Brasília Pitbull ataca mulher no rosto em condomínio do Distrito Federal

Pitbull ataca mulher no rosto em condomínio do Distrito Federal

Ataque aconteceu na manhã desta quarta-feira. Vizinhos se queixam de negligência por parte do responsável pelo animal

  • Brasília | Luiz Calcagno, do R7, em Brasília

Cão da raça pitbull

Cão da raça pitbull

Web Cachorros - Bichos

Uma mulher de 23 anos foi mordida no nariz por um pitbull e teve que passar por uma cirurgia. O ataque aconteceu na manhã desta quarta-feira (26), em um condomínio em Vicente Pires (DF). O portão da casa do responsável pelo animal estava aberto, o que, segundo vizinhos, acontece com frequência.

A vítima passeava com um cachorro menor e foi atacada ao tentar defender seu cão do ataque do pitbull. Um homem a socorreu e também foi mordido, mas teve apenas ferimentos leves. De acordo com a Polícia Militar, ele sofreu apenas alguns arranhões.

Aos policiais, o responsável pelo pitbull disse que o cachorro teria fugido pois a mulher dele esqueceu o portão aberto. Ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência da PMDF e foi autuado por omissão de cautela na guarda ou condução de animais.

A reportagem do R7 conversou com os vizinhos e um deles — que preferiu não se identificar —  relatou que o responsável pelo animal frequentemente deixa o portão aberto. O morador afirmou também que o dono do pitbull não fez nada para conter o animal ou socorrer a vítima, e só teria saído de casa após a chegada da PM.

Em prints de um grupo de Whatsapp do condomínio, obtidos pela reportagem, uma outra moradora confirma que o responsável pelo pitbull não demonstrou nenhuma preocupação ao saber do ataque. Segundo o relato, o portão teria permanecido aberto até a chegada dos policiais.

Na mesma conversa, outro vizinho também relatou que a esposa teria passado por uma situação semelhante com o mesmo cachorro, e só não foi atacada porque se abrigou na casa de outra moradora. A pessoa que conversou com o R7 disse que o responsável pelo animal tem dificuldades de convivência com os outros moradores. 

Ainda de acordo com a testemunha, os moradores pagaram parte das despesas médicas da vítima no Hospital Anchieta, no valor de R$ 13 mil. “Ela [a vítima] vai ter que passar por cirurgia plástica. Quem vai arcar com isso? Está todo mundo preocupado com a situação. Ele não participa mais do grupo do condomínio por conta dos problemas, e se recusa a falar com as pessoas. Teve uma questão de negligência”, afirmou.

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