Brasília Polícia prende família que assaltava lojas de equipamentos eletrônicos

Polícia prende família que assaltava lojas de equipamentos eletrônicos

Entre os seis presos, dois irmãos foram detidos no Maranhão, para onde fugiram para tentar se esconder na casa da mãe

  • Brasília | Sarah Paes, do R7, em Brasília

Homem é flagrado por câmeras de monitoramento roubando equipamentos eletrônicos.

Homem é flagrado por câmeras de monitoramento roubando equipamentos eletrônicos.

Divulgação/ PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu nesta quarta-feira (14) seis suspeitos de uma organização criminosa armada especializada no roubo de equipamentos eletrônicos de alto valor. A quadrilha era formada por membros da mesma família. Foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão em Ceilândia (DF), Cidade Ocidental (GO) e São Luís (MA).

De acordo com a polícia, os suspeitos tinham como alvo principal uma rede de varejista de grande porte. Ao R7, o delegado responsável pela operação, André Leite, afirmou que três pessoas foram presas no Distrito Federal e em Goiás, e outras três pessoas foram presas no Maranhão. “Nós contamos com o apoio da Polícia Civil do Maranhão [PCMA] pois alguns membros da quadrilha fugiram para se esconder na casa da mãe. A família deles mora no estado”, afirmou. 

Ainda de acordo com a polícia, durante os assaltos, as mulheres da família seriam “olheiras”, enquanto os homens seriam responsáveis pelos roubos. Os investigados usavam, segundo a polícia, diferentes disfarces para surpreender as vítimas. "O grupo realizava o estudo prévio do estabelecimento comercial e contava com um motorista para fuga", afirmou a PCDF.

A polícia monitorava a quadrilha há pelo menos cinco meses. Foram identificados quatro roubos, praticados em lojas de uma grande rede de lojas. Suspeita-se que o grupo tenha causado um prejuízo de mais de R$ 500 mil. “Os criminosos devem responder por roubo com porte de arma de fogo e pelo crime de organização criminosa. A pena deve passar dos 15 anos de cadeia”, explicou o delegado André Leite.

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