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Privatização e federalização do BRB estão ‘fora de pauta’, diz presidente do banco

Instituição pública do Distrito Federal enfrenta prejuízo bilionário após envolvimento em escândalo do Master e conta com aporte

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente do BRB, Nelson de Souza, afirma que privatização e federalização do banco estão "fora de pauta".
  • Instituição enfrenta prejuízo de cerca de R$ 8 bilhões devido a ativos do Banco Master.
  • BRB busca aporte de R$ 6,6 bilhões através do Projeto de Lei nº 2175/2026 na CLDF.
  • Souza solicitou ao STF a recuperação do fluxo financeiro das carteiras de crédito adquiridas do Banco Master.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente do Banco de Brasília, Nelson de Souza comentou sobre pedido de liberação de R$ 6,6 bi RECORD Brasília/Reprodução - 03.03.2026

O presidente do BRB (Banco de Brasília), Nelson de Souza afirmou, durante entrevista à RECORD Brasília nesta terça-feira (3), que a privatização e a federalização da instituição estão “fora de pauta”, mesmo diante dos prejuízos causados pelos ativos herdados do Master, liquidado pelo Banco Central.

“A própria oposição não tem o menor interesse em perder o BRB ou na federalização dele, coisa em que nunca acreditei. E, na privatização, menos ainda”, declarou o presidente. “Privatização e federalização não estão na pauta.


Nelson de Souza disse que o prejuízo do banco é de, aproximadamente, R$ 8 bilhões, por um “ponto de vista conservador”. Contudo, o valor real está estimado entre R$ 5 bilhões e R$ 5,5 bilhões, segundo ele.

No PL (Projeto de Lei) nº 2.175/2026, enviado pelo GDF (Governo do Distrito Federal) à CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal), o pedido para aporte do banco é de R$ 6,6 bilhões. O valor aproximado de R$ 1,5 milhão extra é o que o presidente da instituição chamou de “gordurinha a mais”.


“Não podemos chegar duas vezes e bater à porta da CLDF, dizer que [o repassado] foi insuficiente e pedir mais. Isso seria falta de governança e de controle”, argumentou.

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O presidente do BRB também comentou que protocolou uma petição no STF (Supremo Tribunal Federal), para tentar recuperar o fluxo financeiro das carteiras de crédito que o banco comprou do Master.


Com a liquidação extrajudicial da instituição privada, os bens sob titularidade do Banco de Brasília acabaram repassados ao liquidante — responsável por encerrar as atividades do Master e quitar compromissos pendentes.

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