Brasília PSDB, MDB e União Brasil terão candidato único à Presidência

PSDB, MDB e União Brasil terão candidato único à Presidência

O processo para definir quem será o nome das legendas ocorrerá em abril; apesar da aliança, siglas não formarão federação

  • Brasília | Augusto Fernandes, do R7, em Brasília

Presidentes de MDB, União Brasil e PSDB

Presidentes de MDB, União Brasil e PSDB

Augusto Fernandes/R7

Os presidentes do PSDB, do MDB e da União Brasil concordaram em começar o processo de escolha de um nome para concorrer à Presidência da República a partir do mês que vem. Segundo os dirigentes, assim que chegar ao fim o período da janela partidária, em 1º de abril, as legendas vão reunir os pré-candidatos e decidir qual deles é o melhor para liderar a chapa dos partidos.

A decisão de esperar até abril para discutir o tema foi tomada em uma reunião no domingo (13) entre os presidentes Bruno Araújo (PSDB), Baleia Rossi (MDB) e Luciano Bivar (União Brasil), em São Paulo. O Cidadania, que deve formar uma federação com o PSDB, também fará parte desse bloco.

"Tive ontem mais uma conversa com os presidentes Luciano Bivar (União Brasil) e Bruno Araújo (PSDB). A partir de abril, devemos nos reunir de novo para estudar critérios de escolha de um nome único ao Planalto. O MDB defende e defenderá Simone Tebet", afirmou Baleia Rossi, pelas redes sociais.

Até o momento, PSDB e MDB já têm os seus pré-candidatos à Presidência: o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e a senadora Simone Tebet (MDB-MS). O União Brasil ainda não confirmou se também vai defender a candidatura de algum filiado, mas o presidente Luciano Bivar é cogitado para concorrer ao Planalto.

No mês passado, os três partidos chegaram a pensar na possibilidade de formarem uma federação, mas desistiram da ideia pela dificuldade que poderiam enfrentar no futuro, visto que as legendas que montarem uma federação serão obrigadas a permanecer com a aliança por pelo menos quatro anos.   

Apesar disso, os três partidos não desistiram da ideia de se juntar para disputar o Palácio do Planalto. Uma opção é formarem uma coligação partidária, que pode ser desfeita logo após o fim da eleição. Dessa forma, as legendas poderiam compartilhar o tempo de propaganda gratuita em rádio e televisão e recursos do fundo partidário.

Com o início das conversas no mês que vem, os três partidos terão até 15 de agosto para solicitar ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) o registro de candidatura do nome escolhido. 

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