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Reforma agrária: Lula anunciará ‘pacote de desapropriações’ nesta sexta, diz ministro

Segundo Paulo Teixeira, 2026 será o ano que terá mais entregas da reforma agrária do mandato de Lula

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciará novas áreas para reforma agrária nesta sexta-feira (23).
  • O ministro Paulo Teixeira destaca que o objetivo é proporcionar paz no campo e apoio aos agricultores.
  • 2026 será o ano com maior entrega de benefícios da reforma agrária durante o atual mandato.
  • Agricultores familiares poderão beneficiar-se do novo acordo entre Mercosul e União Europeia, que elimina taxas sobre produtos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O ministro Paulo Teixeira afirmou que 2026 será o ano de maiores entregas sobre a reforma agrária Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil - 20.01.2026

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou, nesta terça-feira (20), que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deve anunciar, na sexta-feira (23), a entrega de novas áreas destinadas à reforma agrária no Brasil.

“O que nós estamos procurando é paz no campo e a reforma agrária é a maneira de se conseguir paz no campo. É ter terra para aquele agricultor que quer continuar como agricultor. Além de ter terra, ele tem que ter crédito, assistência técnica, cooperação e acesso aos programas de compras públicas”, afirmou Paulo Teixeira, que disse que o presidente fará o anúncio durante uma agenda do MST (Movimento Sem Terra) em Salvador.


Ainda de acordo com o ministro, 2026 será o ano das maiores entregas da reforma agrária entre todos os anos do atual mandato de Lula. “Nós viabilizamos recursos orçamentários e extraorçamentários para a reforma agrária”, destacou Teixeira em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro.

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Acordo UE-Mercosul

Durante a entrevista, o ministro comentou também sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia. Para o chefe da pasta, os agricultores têm muito a ganhar com a decisão, firmada no sábado (17), principalmente pela aceleração de políticas de assistência técnica e extensão rural e de agroindústria. Além disso, para o ministro, o fato de o mercado europeu ser bastante exigente pode impulsionar a transição para a agroecologia.


“Eu não tenho nenhum receio da agricultura familiar brasileira sobre disputar ou fornecer produtos para os europeus”, afirmou.

O acordo elimina gradualmente impostos sobre 90% dos produtos comercializados entre os blocos, reduzindo preços de bens europeus e ampliando o acesso do agronegócio sul-americano ao mercado internacional.

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