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Relatório alternativo da CPMI do INSS propõe indiciamento de Bolsonaro e Flávio

Estratégia de governistas é rejeitar parecer do relator Alfredo Gaspar e apresentar um segundo documento

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Relatório alternativo da CPMI do INSS propõe indiciamento de Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro.
  • Bolsonaro é acusado de ser o 'cérebro' de uma organização criminosa e crimes como furto qualificado contra idoso.
  • O documento sugere o indiciamento de 130 pessoas e o aprofundamento das investigações de 201 nomes.
  • Governistas planejam rejeitar o relatório do relator Alfredo Gaspar e apresentar uma versão alternativa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A imagem mostra Jair Bolsonaro de perfil, destacando o cabelo penteado para o lado e a orelha exposta. Ele está posicionado diante de uma parede clara composta por grandes painéis horizontais, criando um fundo neutro e uniforme. O enquadramento foca apenas na lateral da cabeça e no pescoço, sem outros elementos visíveis no ambiente.
Texto paralelo sugere que Bolsonaro seja indiciado por crimes como improbidade administrativa Valter Campanato/Agência Brasil - Arquivo

Governistas afirmaram nesta sexta-feira (27) que o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro estão na lista de indiciados do relatório alternativo da CPMI do INSS.

“Estamos propondo indiciamento do senhor Jair Messias Bolsonaro como chefe desta organização criminosa. Jair Bolsonaro é o cérebro desta organização criminosa”, disse o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).


O documento sugere que ex-presidente seja indiciado pelos crimes de furto qualificado contra idoso, organização criminosa e improbidade administrativa.

Já o senador Flávio Bolsonaro pode ser indiciado por organização criminosa. O relatório alternativo pede o indiciamento de 130 pessoas, entre agentes públicos e privados, e o aprofundamento das investigações de 201 nomes.


Entenda

A leitura do relatório final da CPMI do INSS é realizada nesta sexta-feira (27) pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL) às pressas. Em meio à esperança de prorrogação dos trabalhos da comissão, a sessão de quarta (25), que era destinada à apresentação do parecer, foi cancelada.

Na quinta (26), o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou a prorrogação definida pelo ministro André Mendonça após suposta omissão do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP).


Diante disso, a leitura teve de ser marcada para esta sexta para cumprir o prazo, que vai até sábado (28).

Críticos do relatório oficial, governistas prepararam um paralelo e planejam rejeitar o primeiro texto para que possam apresentar a versão alternativa.

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