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Relógios, dinheiro e carros de luxo: veja apreensões feitas pela PF em operação mirando TCE-MT

Operação investiga irregularidades em contratos do Tribunal

Brasília|Isadora Carmona*, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal realizou a Operação Tomada de Contas, apreendendo relógios, veículos de luxo, documentos e dinheiro em várias localidades.
  • Mais de 180 policiais cumpriram mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em três estados, sob autorização do STJ.
  • Sérgio Ricardo de Almeida, presidente do TCE/MT, foi preso sob suspeita de receber R$ 15 milhões em um ano, junto com outros servidores.
  • Investigação revelou favorecimento de empresas contratadas pelo TCE/MT, apesar de alegada contenção orçamentária.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

PF apreende bens durante Operação Tomada de Contas Polícia Federal

A Polícia Federal apreendeu relógios, veículos de luxo, documentos e dinheiro em real e euro durante a Operação Tomada de Contas, que investiga possíveis irregularidades na gestão de contratos administrativos e na realização de pagamentos a servidores do Tribunal de Contas Estadual do Mato Grosso.

As diligências foram realizadas nesta quinta-feira (29), nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

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Mais de 180 policiais cumpriram 6 mandatos de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão de bens relacionados as investigações, autorizados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça ).

Leia Mais

Foi apontado pela Polícia Federal que o presidente do TCE-MT recebeu cerca de R$ 15 milhões em menos de um ano. Sérgio Ricardo de Almeida foi preso durante a operação, em Cuiabá, junto ao procurador Grhegory Paiva Pires e outros quatro servidores.

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Operação Tomada de Contas

A apuração do caso apontou a existência de favorecimento de determinadas empresas contratadas pelo TCE-MT mediante a suspensão ou retomada dos pagamentos contratuais do Tribunal.

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Sérgio Ricardo teria suspendido os contratos administrativos sob justificativa de contenção orçamentária. Entretanto, determinadas empresas continuaram recebendo pagamentos.

A PF apontou que a receita do Tribunal ultrapassou os R$ 826 milhões em 2025, o que afastou a alegada restrição orçamentária e a suspensão contratual.

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*Estagiária sob supervisão de Bruna Lima, editora-chefe

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