Eleições 2022

Brasília Secretária de Justiça do DF se filia ao PL para concorrer à Câmara

Secretária de Justiça do DF se filia ao PL para concorrer à Câmara

Marcela Passamani é aliada de Flávia Arruda e tem objetivo de ser candidata à vaga deixada pela ministra como deputada federal

  • Brasília | Jéssica Moura, do R7, em Brasília

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania

José Vieira/Sejus

A secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani, vai se filiar ao PL na tarde desta terça-feira (15), em uma cerimônia que deve contar com a presença de diversas autoridades. Ela deve ser uma das integrantes do primeiro escalão do governo local a deixar o cargo nos próximos meses para disputar as eleições em outubro. 

Entre os convidados estão o presidente da República, Jair Bolsonaro, que também está filiado à sigla, o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, o presidente do MDB, Baleia Rossi, o governador Ibaneis Rocha e a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda.

A ida da secretária para o PL teve o aval de Ibaneis e fortalece a aliança entre o governador e a ministra. Passamani é partidária de Flávia, que quer que a aliada ocupe a vaga deixada por ela na Câmara dos Deputados. Ela se licenciou do mandato em março do ano passado para assumir o ministério e pretende concorrer a uma cadeira no Senado Federal.

No caso dos secretários de Estado, o prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para afastamento definitivo dos cargos é de seis meses antes do pleito, ou seja, em abril. Ibaneis ainda não definiu o novo chefe da pasta, mas os nomes de secretários executivos da própria Sejus foram submetidos à análise do governador e são cotados para o cargo.

Passamani é advogada e foi empossada na Sejus em março de 2020, quando substituiu Gustavo Rocha, marido dela, no cargo. O ex-secretário de Justiça foi para a Casa Civil do DF, onde ganhou destaque sobretudo ao longo da pandemia de Covid-19, pois passou a conduzir as entrevistas diárias sobre a situação da crise no DF.

Antes de chegar ao GDF, Rocha foi ministro dos Direitos Humanos no governo do ex-presidente Michel Temer, que também foi convidado para a cerimômia de filiação de Passamani. O secretário acumulou a função de subchefe da Casa Civil da Presidência da República.

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