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Senador busca PGR para pedir prisão domiciliar de Bolsonaro

Pedido inclui liberação de contato com Valdemar; Wellington Fagundes se reúne com Paulo Gonet nesta quinta-feira

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O senador Wellington Fagundes se reunirá com o procurador-geral Paulo Gonet para discutir a possível prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
  • Fagundes mencionou que o ministro Gilmar Mendes do STF indicou que a prisão de Bolsonaro pode evoluir para o regime domiciliar.
  • Fagundes pede a revogação da proibição de contato entre Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, apesar da preocupação do ministro Alexandre de Moraes sobre riscos à investigação.
  • Bolsonaro cumpre pena de mais de 27 anos no 19º Batalhão da Polícia Militar do DF desde janeiro de 2025 por liderar uma trama golpista.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Senador vai pedir a Gonet liberação de contato de Bolsonaro com Valdemar Beto Barata/PL - 12.03.2025

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) deve se reunir nesta quinta-feira (5) com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para tratar do pedido de transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para uma possível prisão domiciliar e para a revogação da proibição de contato com o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, Fagundes afirmou que o decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, teria dito que a prisão do ex-presidente deve evoluir para o regime domiciliar. A declaração foi feita pelo senador sem detalhar o contexto ou eventual manifestação formal do ministro sobre o caso.


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Segundo Fagundes, não há justificativa para manter Bolsonaro e Valdemar impedidos de se comunicar. Na semana passada, no entanto, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que a autorização de contato entre investigados e condenados em procedimentos correlatos representa “risco manifesto à investigação”.

Em outubro de 2025, a Primeira Turma do STF decidiu pela reabertura da investigação sobre a participação de Valdemar Costa Neto na trama golpista. Votaram nesse sentido o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. O ministro Luiz Fux não acompanhou os colegas na decisão.


Condenado a mais de 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, conhecido como Papudinha, para onde foi transferido em janeiro.

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