Cancelamento de sabatina de Messias sinaliza tentativa de pacificação, dizem senadores
Davi Alcolumbre comunicou, nesta terça, o cancelamento da sabatina
Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília
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O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse nesta terça-feira (2) que a decisão de cancelar o calendário de análise da indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) sinaliza uma tentativa de diminuir o atrito entre Lula e Davi Alcolumbre (União-AP).
“Eu acho que foi um gesto de ‘não vou ficar toda hora brigando, eu e o presidente da República’. A prerrogativa é dele de mandar, a prerrogativa nossa é de marcar. Quando chegar ele vai marcar o calendário”, destacou.
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A impressão é confirmada pelo relator da indicação, senador Weverton Rocha (PDT-MA). De acordo com ele, Alcolumbre tinha dois caminhos: cobrar o documento via Diário Oficial ou suspender até que chegue a mensagem para que seja estabelecido um novo rito.
“Eu defendi, assim como o presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), e assim como o próprio presidente Davi, defendeu a serenidade nesse momento”, destacou Rocha.
Segundo o senador, não há intenção de estimular ou incentivar qualquer tipo de briga dentro do governo ou do Congresso Nacional.
“A nossa ideia está sendo essa, pacificar e tentar fazer a construção do mínimo de bom senso dentro dos poderes para que a gente possa terminar o ano com chave de ouro”, completou.
Nesta terça, Davi Alcolumbre comunicou o cancelamento da sabatina do nome indicado por Lula por causa da demora do envio da mensagem.
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