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Silvinei Vasques é entregue à PF após tentativa de fuga frustrada

Ex-diretor-geral da PRF tentava ir para El Savador, mas acabou preso no Paraguai; ele será transferido para Brasília

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF, foi preso no Paraguai ao tentar fugir para El Salvador.
  • Ele foi entregue à Polícia Federal na Foz do Iguaçu e será transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda em Brasília.
  • A prisão preventiva ocorreu após a tentativa de fuga, após ter rompido a tornozeleira eletrônica.
  • Vasques estava envolvido em um esquema para interferir nas eleições de 2022 e foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Polícia paraguaia entrega Silvinei Vasques à PF

A polícia paraguaia entregou o ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques à PF (Polícia Federal) na Foz do Iguaçu, no Paraná, na noite desta sexta-feira (26).

A etapa ocorreu horas após ser preso no país, enquanto tentava embarcar em um voo para El Salvador. Ele será transferido para Brasília e ficará preso no Complexo Penitenciário da Papuda.


Veja:

Ao blog da Farfan, do R7, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, informou que ele ficará em ala própria.


Diante da tentativa de fuga, o ministro do STF Alexandre de Moraes converteu as medidas cautelares impostas ao ex-diretor da PRF em prisão preventiva.

Tornozeleira eletrônica

Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica na noite de 24 de dezembro, em casa, e fugiu para o Paraguai em um carro alugado. Ele havia sido preso em agosto de 2023, sob suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral de 2022.


Um ano depois, Moraes revogou a prisão, mas determinou o uso de tornozeleira eletrônica e a apresentação periódica à Justiça.

LEIA TAMBÉM

Em 16 de dezembro, o ex-diretor da PRF integrou o grupo de cinco réus condenados no chamado núcleo 2 da trama golpista, com pena fixada em 24 anos e seis meses de prisão.


Segundo a denúncia, o grupo teria elaborado a chamada “minuta do golpe”, além de um plano para assassinar autoridades e de articulações dentro da PRF com o objetivo de dificultar o voto de eleitores da Região Nordeste nas eleições de 2022.

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