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Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF preso no Paraguai, será levado para a Papuda

Ele será entregue nesta sexta-feira (26) à Polícia Federal brasileira em Foz do Iguaçu (PR) e levado para Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, foi preso no Paraguai ao tentar fugir para El Salvador.
  • Ele será entregue à Polícia Federal em Foz do Iguaçu e levado para a Papuda em Brasília.
  • O ministro Alexandre de Moraes converteu medidas cautelares em prisão preventiva após a tentativa de fuga.
  • Vasques foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão por envolvimento em uma trama golpista e uso indevido da máquina pública.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Silvinei só deve vir para Brasília neste sábado (27), segundo o diretor da PF Polícia do Paraguai/Divulgação - 25.12.2025

O ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques, detido nesta sexta-feira (26) no Paraguai ao tentar embarcar para El Salvador, ficará preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, em ala própria, segundo informou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Ao blog, Rodrigues afirmou que Vasques será entregue ainda nesta sexta-feira pela polícia paraguaia à PF em Foz do Iguaçu (PR). A depender do horário — ainda indefinido —, o traslado para a capital federal poderá ocorrer apenas no sábado (27).

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Diante da tentativa de fuga, o ministro do STF Alexandre de Moraes converteu as medidas cautelares impostas ao ex-diretor da PRF em prisão preventiva.

Tornozeleira eletrônica

Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica na noite de 24 de dezembro, em casa, e fugiu para o Paraguai em um carro alugado. Ele havia sido preso em agosto de 2023, sob suspeita de uso da máquina pública para interferir no processo eleitoral de 2022.

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Um ano depois, Moraes revogou a prisão, mas determinou o uso de tornozeleira eletrônica e a apresentação periódica à Justiça.

Em 16 de dezembro, o ex-diretor da PRF integrou o grupo de cinco réus condenados no chamado núcleo 2 da trama golpista, com pena fixada em 24 anos e seis meses de prisão.

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Segundo a denúncia, o grupo teria elaborado a chamada “minuta do golpe”, além de um plano para assassinar autoridades e de articulações dentro da PRF com o objetivo de dificultar o voto de eleitores da Região Nordeste nas eleições de 2022.

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