STF vai proibir celulares e alimentos no plenário durante julgamento de Moraes
Protocolo inclui bloqueio de celulares, revista individual por detectores e monitoramento do espaço aéreo da Esplanada
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O STF (Supremo Tribunal Federal) prepara uma operação especial para garantir o isolamento do plenário e a integridade da sessão que julgará o relatório da Polícia Federal envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, marcada para esta terça-feira (15).
Para evitar qualquer risco de vazamentos ou incidentes de segurança, a Corte e os órgãos de inteligência do governo federal desenharam um protocolo inédito que inclui o bloqueio de celulares, revista individual por detectores e monitoramento do espaço aéreo da Esplanada dos Ministérios.
A principal medida de contenção dentro da Corte será aplicada diretamente aos que assistirem à sessão. Na entrada do plenário, todos os presentes, visitantes, assessores e advogados, receberão sacolas de segurança invioláveis com fecho do tipo lacre.
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Os aparelhos celulares deverão ser desligados e guardados nas sacolas lacradas antes do acesso ao recinto. Os equipamentos deverão permanecer dentro dos pacotes durante toda a sessão. O descumprimento da regra e o eventual rompimento do lacre dentro do plenário resultarão na retirada imediata do responsável do local pelas forças de segurança.
Além disso, todos os pontos de acesso ao prédio do Supremo contarão com portais detectores de metais e equipamentos de raio X. Nenhuma pessoa estará isenta de passar pelos procedimentos de inspeção.
O planejamento estratégico não se limita às dependências físicas do STF. A atuação conjunta envolve o compartilhamento contínuo de dados de inteligência e avaliações constantes de matriz de risco para definir perímetros e reforços.
A operação engloba:
- Perímetros de bloqueio: Pontos de revista e restrição de circulação ao redor do edifício do STF e da Praça dos Três Poderes.
- Controle aéreo: Restrições rígidas no espaço aéreo acima da região central de Brasília e monitoramento em tempo real para neutralização de drones não autorizados.
- Efetivo reforçado: Divisão coordenada de áreas de responsabilidade entre as forças militares, federais e locais para pronto emprego.
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