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Toffoli manda partes de processo do caso Master para Justiças do Rio de Janeiro e de São Paulo

Ministro tem dito que poderá remeter peças da ação à primeira instância, a depender do desfecho das investigações

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia Federal prendeu cinco foragidos da Justiça brasileira deportados dos EUA no Aeroporto Internacional de Confins.
  • Três dos detidos estavam na lista de Difusão Vermelha da Interpol.
  • A única mulher presa é envolvida nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
  • As prisões ocorreram após o grupo desembarcar de um voo de deportados na noite de quinta-feira (5).

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026. Ministro Dias Toffoli.
Dias Toffoli também afirmou que estágio atual das investigações exige manutenção do sigilo processual Rosinei Coutinho/STF - 2.2.2026

O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), tem mandado para as justiças dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro partes do processo sobre o caso do Banco Master.

O mais recente, segundo o andamento da ação, envolve Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência — o Regime Próprio de Previdência Social do Rio de Janeiro. Na decisão, o ministro entendeu não haver conexão dele com envolvidos beneficiados pela prerrogativa de foro no STF e enviou a ação para a Justiça fluminense.


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Antes, o ministro havia encaminhado para a Justiça de São Paulo a peça do processo que mencionava Nelson Tanure, empresário e investidor com décadas de atuação em diversos setores do mercado.

O ministro tem dito que poderá remeter o caso à primeira instância, a depender do desfecho das investigações em andamento. Ainda segundo o magistrado, essa avaliação vai ocorrer só após o fim das apurações, como forma de evitar eventuais nulidades processuais.


Em nota divulgada no último dia 29, Toffoli destacou que a decisão levará em conta o respeito ao foro por prerrogativa de função, as garantias da ampla defesa e o devido processo legal. O ministro também ressaltou que o estágio atual das investigações exige a manutenção do sigilo do caso.

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