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Laudo sobre saúde de Bolsonaro: STF dá cinco dias para defesa e PGR se manifestarem

Perícia da PF afastou necessidade de internação hospitalar e abriu prazo para que as partes se pronunciem

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • STF concede cinco dias para defesa de Bolsonaro e PGR se manifestarem sobre laudo médico.
  • Perícia da PF afirma que saúde de Bolsonaro está estável e sem necessidade de internação hospitalar.
  • Bolsonaro cumpre 27 anos e 3 meses de pena em regime fechado em local determinado pelo STF.
  • A defesa do ex-presidente argumenta piora no quadro clínico, mas a PF mantém avaliação de estabilidade geral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Defesa de Bolsonaro tem cinco dias para responder ao laudo médico da PF Reprodução/Instagram @jairmessiasbolsonaro

Com a conclusão do laudo médico da Polícia Federal, o STF (Supremo Tribunal Federal) abriu prazo de cinco dias para manifestações da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O despacho partiu do ministro Alexandre de Moraes após a retirada do sigilo da perícia.

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O exame técnico avaliou o estado de saúde de Bolsonaro e analisou se o quadro clínico exigiria transferência para hospital penitenciário ou permitiria o cumprimento da pena em regime domiciliar.

Segundo os peritos, as doenças crônicas apresentadas estão sob controle clínico e não indicam, neste momento, necessidade de cuidados hospitalares.

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A decisão de Moraes marca uma nova etapa do processo de execução penal. Com o prazo aberto, tanto a defesa quanto a PGR podem concordar com o laudo, contestar conclusões ou solicitar complementações técnicas.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses em regime fechado, em uma Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

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Ele chegou ao local após determinação do STF, em janeiro, acompanhada da ordem para realização imediata de perícia médica oficial.

Base técnico para decisão

No despacho, Moraes destacou que a avaliação pericial deve servir como base técnica para a próxima decisão judicial. O ministro ainda não indicou data para análise final sobre eventual concessão de prisão domiciliar ou mudança no regime de custódia.

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A defesa do ex-presidente afirma que houve piora recente do quadro clínico, com episódios de vômitos e crise de soluços persistente, argumento usado para pedir urgência na análise da saúde.

A Polícia Federal reconheceu a existência de sintomas neurológicos, mas manteve a avaliação de estabilidade geral.

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