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TSE começa a analisar regras para orientar eleições deste ano

Tribunal Superior Eleitoral aprovou sete resoluções e volta a se reunir na próxima segunda-feira (2), para decidir sobre normas do pleito

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TSE começou a analisar normas para as eleições deste ano e retomará a discussão na próxima segunda-feira.
  • Sete resoluções foram aprovadas, incluindo diretrizes sobre financiamento de campanhas e transporte para eleitores com deficiência.
  • As normas visam orientar partidos, candidatos e eleitores sobre os procedimentos eleitorais até o dia 5 de março.
  • Partidos terão que financiar campanhas para candidatos indígenas proporcionalmente ao número de candidaturas registradas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

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Relator dos documentos é o ministro Kassio Nunes Marques, que vai assumirá Presidência do TSE Rosinei Coutinho/STF - Arquivo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começou a analisar, nesta quinta-feira (24), as normas que vão orientar as eleições deste ano. A Corte volta a discutir o tema na próxima segunda-feira (2), às 19h.

O relator dos documentos é o ministro Kassio Nunes Marques, que assumirá a Presidência do TSE em 4 de junho e comandará as eleições, em outubro. Os textos finais ainda não foram divulgados, mas as normas precisam ser aprovadas e publicadas até a próxima quinta-feira (5), como determina a Lei das Eleições.


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Nesta quinta-feira (26), a Corte aprovou sete resoluções, como: atos gerais, pesquisas, sistemas eleitorais, destinação dos votos e cronograma operacional do cadastro eleitoral.

As regras do pleito são editadas e publicadas para orientar partidos, coligações, federações de legendas, candidatos e eleitores sobre os procedimentos previstos na legislação.


As resoluções envolvem a análise dos seguintes temas:

  • Ilícitos eleitorais;
  • Sistemas eleitorais;
  • Calendário eleitoral;
  • Pesquisas eleitorais;
  • Propaganda eleitoral;
  • Prestação de contas;
  • Auditoria e fiscalização;
  • Registro de candidatura;
  • Representações e reclamações;
  • Atos gerais do processo eleitoral;
  • Cronograma operacional do cadastro eleitoral;
  • Consolidação das normas voltadas ao cidadão;
  • Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC); e
  • Transporte especial de eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida.

Candidaturas de indígenas

Todas as normas foram submetidas a consulta aberta. A Corte recebeu 1.423 propostas de alteração enviadas por especialistas, órgãos públicos, entidades e partidos políticos.


Os ministros já haviam aprovado que os partidos políticos terão de financiar campanhas para indígenas na mesma proporção das candidaturas que estiverem registradas.

Na prática, se houver 10% de candidatos indígenas, 10% dos recursos terão de ser direcionados a essas pessoas. Também ficou fixado que os tribunais regionais eleitorais deverão oferecer, no pleito deste ano, transporte especial individual para pessoas com deficiência ou problemas de mobilidade.

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