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TSE monitora eventual risco de interferência dos EUA nas eleições

Integrantes do tribunal dizem que o sistema eletrônico de votação permanece protegido contra interferências externas

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • TSE monitora possíveis interferências externas nas eleições de 2026 no Brasil.
  • Abin alerta sobre risco "crítico" de interferência dos EUA no processo eleitoral.
  • Sistema eletrônico de votação é protegido e isolado da internet.
  • Preocupação com desinformação e uso de canais estrangeiros para influenciar eleições.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Corte acompanha o diagnóstico por meio de sua estrutura de inteligência e cibersegurança Antonio Augusto/Secom/TSE - Arquivo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem monitorado eventuais dinâmicas de ingerência externa na disputa eleitoral no Brasil. A movimentação ocorre após a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) emitir um alerta formal, classificando como de nível “crítico” o risco de interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral de 2026.

O R7 apurou que a Corte acompanha o diagnóstico por meio de sua estrutura de inteligência e cibersegurança, mantendo canal permanente com a Abin e as forças de segurança nacional.

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Integrantes do tribunal dizem que o sistema eletrônico de votação permanece protegido contra interferências externas, já que opera em uma rede totalmente isolada da internet.

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A preocupação central da Corte se volta para a integridade do ambiente informativo, como operações de desinformação e uso indevido de canais de comunicação estrangeiros para interferir na paridade de armas entre os candidatos.

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Na prática, qualquer tentativa de agentes nacionais ou estrangeiros de fragilizar a soberania das urnas será objeto de apuração rigorosa.

De acordo com o documento sigiloso da Abin distribuído às autoridades de segurança e ao TSE, a pressão externa não se manifesta de forma ostensiva ou direta sobre a infraestrutura de votação, mas por meio de uma estratégia “gradual, combinada e adaptativa”.

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O relatório detalha que sanções econômicas seletivas, retórica diplomática ostensiva e contatos com setores políticos locais têm potencial de desestabilizar o debate público e impactar o comportamento do eleitorado e de agentes econômicos.

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