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Viagem de Lula à Ásia é estratégica e pode render frutos para a economia, diz professor

Presidente cumpre agenda na Índia e Coreia do Sul em busca de estreitar laços comerciais com os países

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula iniciou uma viagem à Ásia para fortalecer laços comerciais com a Índia e a Coreia do Sul.
  • Na Índia, Lula se reunirá com o primeiro-ministro Narendra Modi e participará da Cúpula de Inteligência Artificial.
  • Na Coreia do Sul, assinará um plano de ações até 2029 para aprofundar as relações diplomáticas.
  • Economista destaca a importância da viagem para diversificação de mercados e valorização de commodities brasileiras.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou nesta terça-feira (17) para a Ásia com o intuito de ampliar o comércio e parcerias com os países da região. O primeiro destino de Lula é a Índia, onde o presidente se encontrará com o primeiro-ministro do país, Narendra Modi, além de participar, nesta quinta-feira (19), da Cúpula de Inteligência Artificial.

Logo após essas agendas, Lula segue para a Coreia do Sul, no domingo (22), e deve assinar, ao lado presidente Lee Jae Myung, um plano de ações válido até 2029, com objetivo de aprofundar as relações diplomáticas entre os países.

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Presidente Lula, com terno preto, camisa branca e gravata listrada verde e amarela, fala em frente a um microfone no púlpito com o logo da república e as bandeiras do Brasil e da Índia ao fundo
Lula estará acompanhado de ministros e empresários para realizar acordos Reprodução/Record News

Para Rodrigo Simões, economista e professor da Faculdade do Comércio, a viagem do político brasileiro ao lado de uma comitiva de empresários, ministros e da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) é essencial para ao aumento do multilateralismo do país.

Segundo o economista, em um momento de incertezas pelas políticas comerciais americanas, o Brasil pode ganhar espaço com esses parceiros ao aumentar o envio de commodities e trazer recursos tecnológicos para o país.

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“O Brasil está num momento muito favorável para poder se posicionar não só como um exportador de commodities, mas valorizar o que nós temos, principalmente a parte de terras raras, as commodities e principalmente o setor agrícola, e valorizar a nossa presença no setor internacional”, comenta.

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Outro ponto essencial para a abertura de mais mercados nesses países é a possibilidade de diversificação e uma menor dependência da China, que é o maior parceiro comercial brasileiro atualmente.

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Além disso, o professor destaca que os encontros, principalmente na cúpula de inteligência artificial, podem abrir uma nova frente para o Brasil, com negociações relacionadas às terras raras para a produção de tecnologias para o setor.

“A Índia é produtora [de tecnologias de IA] e eu acredito que a gente pode trazer um pouco dessa tecnologia para o Brasil e isso mostra que essa é uma viagem muito estratégica e que pode render muitos bons frutos para a nossa economia”, finaliza Simões em entrevista ao Conexão Record News desta terça.

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