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Lula anuncia medidas de combate à violência contra a mulher e fala em rastrear agressores

O presidente anunciou, em véspera do Dia Internacional da Mulher, uma série de medidas a serem implementadas pelo governo

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula anunciou novas medidas para combater a violência de gênero, incluindo o rastreamento eletrônico de agressores com medidas protetivas.
  • Lula destacou que a violência contra a mulher é um crime e não uma questão privada.
  • Foram realizadas operações que resultaram na prisão de mais de 5 mil suspeitos de crimes relacionados à violência contra mulheres.
  • As operações contaram com a participação de mais de 38 mil agentes de segurança e atenderam milhares de vítimas em todo o Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Lula anunciou medidas durante pronunciamento oficial Reprodução/X/@Lulaoficial

Em pronunciamento neste sábado (7), véspera do Dia Internacional da Mulher, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou uma série de medidas que ainda serão implantadas pelo governo para combater a violência de gênero. Entre os projetos, destaca-se o rastreamento eletrônico de agressores cujas vítimas estejam com medidas protetivas.

O sistema permitirá que a mulher que foi vítima de violência possa rastrear seu agressor por meio de um aplicativo que monitora a localização da tornozeleira eletrônica. Além disso, caso o criminoso ultrapasse o limite de distância definido judicialmente, um alerta será enviado automaticamente para a polícia e para a vítima.


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“Violência contra a mulher não é questão privada onde ninguém mete a colher, é crime. E vamos sim meter a colher”, afirmou o presidente ao elencar ações.

“Quem agride mulher não pode andar por aí como se nada tivesse acontecido”, disse Lula ao lembrar dos números de feminicídio no país, que tem crescido a cada ano. Além da ação, o presidente citou outras inovações a serem adotadas pelo governo:


  • A ampliação de delegacias e procuradorias especializadas;
  • A criação do Centro Integrado de Segurança Pública, com unificação de dados e monitoramento de agressores;
  • Ampliação dos Centros de Referência e das Casas da Mulher Brasileira, que oferecem serviços especializados para as vítimas de violência.

Operações para prisão de agressores

Durante o pronunciamento, o presidente citou a Operação Mulher Segura, realizada em parceria com as Secretarias de Segurança Pública dos estados, e a Operação Alerta Lilás, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal, que resultaram na prisão de 5.238 pessoas suspeitas de crimes relacionados à violência contra mulheres.

As ações ocorreram, principalmente, durante fevereiro deste ano e mobilizaram mais de 38 mil agentes de segurança. Durante a Operação Mulher Segura foram realizadas 42.339 diligências, com 18.002 medidas protetivas de urgência acompanhadas e 24.337 vítimas atendidas. Já a Alerta Lilás registrou 302 ocorrências em todo o território nacional.

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