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'Vivemos momento mais seguro da história do DF', diz secretário

Julio Danilo discursou durante a entrega da medalha de mérito de integração da segurança pública a 126 homenageados

Brasília|Jéssica Moura, do R7, em Brasília

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Secretário de Segurança do DF, Júlio Danilo
Secretário de Segurança do DF, Júlio Danilo SSP/Divulgação

Depois da divulgação na queda no registro de homicídios no Distrito Federal, o secretário de Segurança Pública, Julio Danilo, afirmou que a capital atravessa período de mais tranquilidade em relação ao controle da criminalidade.

Na manhã desta quinta-feira (12), ele discursou durante a entrega da medalha de mérito de integração da segurança pública a 126 homenageados. Na ocasião, Julio Danilo elencou as ações adotadas pela pasta ao longo dos últimos meses, como a ampliação de câmeras de vigilância das regiões administrativas, que passaram de 429 para 1.042 em um ano.


Outras ações destacadas pelo secretário foram a implementação da Operação 5º mandamento, para combater crimes violentos e a política distrital de combate à violência doméstica. "Tudo isso nos permite dizer que vivemos momento mais seguro da história do Distrito Federal", ponderou. "Hoje nos colhemos os resultados. A gente tem que seguir nessa linha de integração de todos os órgãos", acrescentou o governador Ibaneis Rocha.

"2022 é um desafio para a segurança pública no DF porque nós apresentamos excelentes índices no ano passado, e esse ano, com o retorno das atividades, as ruas estão mais expostas e isso é um temor que temos", prosseguiu Danilo.


Nos últimos meses, além de crimes violentos como latrocínios e tentativas de feminicídio, houve ainda uma série de episódios violentos nas escolas do DF envolvendo estudantes, o que levou o governo a elaborar um Plano de Paz nas instituições. 

Redução nos homicídios

Em 2021, o DF teve o menor número de homicídios dos últimos 45 anos, segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública. Ao todo, 325 pessoas morreram vítimas de assassinatos, latrocínios ou lesão corporal. Apesar de trágico, o número representa uma redução de 20,5% dos casos em comparação com 2020, quando houve 409 mortes violentas.

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