Cidades Caso Rafael: mãe vai responder por três crimes além de homicídio

Caso Rafael: mãe vai responder por três crimes além de homicídio

Juíza aceitou denúncia nesta segunda-feira (13) e mãe virou ré no caso também por ocultação de cadáver, falsidade ideológica e fraude processual

  • Cidades | Do R7

Mãe é acusada de asfixiar o filho

Mãe é acusada de asfixiar o filho

Reprodução/ Record TV

A Justiça do Rio Grande do Sul aceitou nesta segunda-feira (13) as denúncias do Ministério Público contra Alexandra Dougokenski, acusada de ter asfixiado o próprio filho em Planalto, interior do Rio Grande do Sul, e a mulher se tornou ré no caso. Ela responderá por outros três crimes, além de homicídio: ocultação de cadáver, falsidade ideológica e fraude processual.

Leia mais: Caso Rafael: polícia indicia mãe por homicídio triplamente qualificado

A juíza Marilene Parizotto Campagna também decretou a conversão da prisão temporária da mulher em preventiva, sem prazo estabelecido para expirar.

A mulher foi indiciada pela polícia por homicídio doloso triplamente qualificado (motivo fútil, meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima). Alexandra está presa em Guaíba (RS) desde que o corpo de Rafael foi localizado, no final de maio.

Investigações

A investigação teve início com a notícia do desaparecimento da criança, registrado pela própria mãe, na Delegacia de Polícia de Planalto. Os dez dias seguintes foram marcados por incessantes buscas realizadas por equipes da Polícia Civil, da Brigada Militar, do Corpo de Bombeiros, do Ministério Público, do Conselho Tutelar e por toda comunidade de Planalto.

No dia 25 de maio, a polícia suspeitou do comportamento da mãe de Rafael. Foi quando ela confessou ter dado dois comprimidos de Diazepan que, segundo ela, teriam causado a morte de Rafael. confessar o seu envolvimento com a morte de Rafael. Na sequência, ela apontou o local exato em que havia ocultado o cadáver do filho.

Pouco depois, no dia 26 de maio, um laudo do Instituto Médico Legal revelou que Rafael Mateus Winques, de 11 anos, morreu asfixiado por meio de esganadura, o que desmentiu a versão da mãe, Alexandra Dougokenski

Segundo a polícia, a investigação apontou, ainda, que Rafael vinha, de forma reiterada, desobedecendo às ordens de Alexandra no que diz respeito ao uso do celular.

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