Logo R7.com
RecordPlus
Notícias R7 – Brasil, mundo, saúde, política, empregos e mais
‌

Executado no Jardim Noroeste tinha passagem por estupro de vulnerável

"Calma, não fui eu", disse "Baiano" antes de ser morto pelo atirador que ainda não foi identificado

Diário Digital|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Diário Digital
Diário Digital Foto: Luciano Muta

Ricardo Alves Santana, mais conhecido como "Baiano", de 34 anos, morto a tiros na tarde de sábado (27) tinhas várias passagens pela polícia e inclusive por estupro de vulnerável. Ele foi executado no cruzamento da Rua Piraputanga com a Rua Ferreira Viana, no bairro Jardim Noroeste, em Campo Grande.

Segundo apurado pelo Diário Digital, o suspeito possui passagens criminais por estupro de vulnerável, tráfico de drogas, violência doméstica e roubo. Na data, vítima foi encontrada caída ao solo com uma perfuração no olho direito e com restos de massa encefálica no chão em frente ao salão de cabeleireiro.

‌

Uma testemunha relatou que viu "Baiano" caminhando com as mãos para cima enquanto repetia 'Calma, não fui eu... não fui eu'. Logo atrás, pode ver o suspeito apontando uma arma de fogo para a cabeça da vítima. Em um certo momento que Ricardo chegou em frente a porta do salão, ele se virou para o autor e repetiu 'que não havia sido ele' e, quando se abaixou como se fosse ajoelhar para o suspeito, foi atingido por um disparo de arma de fogo no olho. Depois, foi possível ouvir outro disparo e, em seguida, o criminoso fugiu do local.

A Polícia Militar, Civil e a Perícia foram acionadas para atender a ocorrência. Durante as diligências, foi relatado que 1h antes do homicídio e a poucos metros do local do assassinato, uma equipe policial prendeu em flagrante um rapaz por tráfico de drogas. E, foi escutaram quando o preso disse que "foi aquele cagueta que acabou de sair', enquanto o avó do mesmo fazia várias ligações.

Os peritos apreenderam com a vítima fatal – duas trouxinhas de drogas, análoga a maconha dentro de uma pochete, um aparelho de celular, cartões bancários e entre outros. O caso foi registrado como homicídio simples na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro Especializado de Polícia Integrada (Cepol).

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.