Diário Digital Garça presa há quatro dias em anzol de galho é resgatada; veja vídeos

Garça presa há quatro dias em anzol de galho é resgatada; veja vídeos

Policiais Militares Ambientais de Naviraí, que trabalham na operação Hot Point, de proteção aos recursos pesqueiros resgataram ontem (5) uma ave silvestre da espécie garça-real-europeia (Ardea cinérea) presa em um anzol de galho. Os Policiais fiscalizavam o rio Amambai no município, a 50 km da cidade e verificaram o animal preso ao anzol. Depois de muito trabalho, para não estressar […] O post Garça presa há quatro dias em anzol de galho é resgatada; veja vídeos apareceu primeiro em Diário Digital.

Policiais Militares Ambientais de Naviraí, que trabalham na operação Hot Point, de proteção aos recursos pesqueiros resgataram ontem (5) uma ave silvestre da espécie garça-real-europeia (Ardea cinérea) presa em um anzol de galho. Os Policiais fiscalizavam o rio Amambai no município, a 50 km da cidade e verificaram o animal preso ao anzol. Depois de muito trabalho, para não estressar mais ainda a garça, os Policiais conseguiram livrá-la do petrecho ilegal para pesca.

A equipe calcula que a ave deveria estar presa há cerca de três a quatro dias, pois, tanto a língua como o bico já estavam em estado de putrefação e o animal estava extremamente debilitado. O estado era gravíssimo e os Policiais encaminharam a garça urgentemente para à fazenda Green Farm CO2 Free, localizada no município de Itaquiraí, a qual possui estrutura adequada para recebimento e atendimento médico veterinário de animais silvestres.

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Esse tipo de problema é de certa forma comum, infelizmente, pois as iscas nos anzóis atraem as aves para se alimentarem e acabam ficando presas. Uma das maiores preocupações da PMA na prevenção à pesca predatória é a retirada dos rios de petrechos de pesca proibidos que são armados por infratores, principalmente as redes de pesca, os espinheis, anzóis de galho, devido ao alto poder de captura e depredação de cardumes, apesar da dificuldade de se prender os autores devido ao pouco tempo de exposição para armá-los nos rios e principalmente à noite.

Esses petrechos ilegais, principalmente as redes de pesca, mesmo, quando os criminosos não vão conferir, por algum motivo, ou se esquecem de onde armaram, continuam matando peixes até sua deterioração, que leva muito tempo. Dessa forma, a retirada é preventiva à mortandade dos peixes. Neste caso, pode-se verificar que não mata somente peixe.

Veja vídeos abaixo:

(Imagens: Divulgação/PMA)

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