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Família de escrivã morta em delegacia cogita processar o Estado por negligência

Funcionária foi assassinada a facadas quando tomava depoimento de suspeito de estupro

Cidades|Do R7, com Fala Brasil

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Louane foi esfaqueada na garganta e no tórax
Louane foi esfaqueada na garganta e no tórax

A família de Louane da Silva, 33 anos, morta a facadas na última quinta-feira (15) enquanto tomava o depoimento de um homem suspeito de estuprar duas filhas em Caxias, no Maranhão, cogita processar o Estado por negligência. Louane foi atacada na delegia em que trabalhava e o homem tinha uma faca escondida.

Louane foi atingida com uma facada no peito do lado esquerdo. Depois do crime, os policiais passaram a revistar todos os suspeitos que vão à delegacia.


O delegado de Caxias, Celso Rocha, que comanda o inquérito sobre o assassinato da escrivã Loane Maranhão da Silva Théo, afirmou que o gari fez o ataque por medo de ser preso. Rocha destacou, no entanto, que naquele momento, Francisco Alves Costa não poderia ser detido.

— Ele estava sendo ouvido depois de ser intimado. Somente depois de concluído o inquérito é que a prisão seria pedida.

O gari vai permanecer preso em Caxias. A investigadora Marilena Moraes tentou impedir a ação, e também foi ferida a facadas pelo suspeito, mas não corre risco de morte.

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