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Morte do gato Loki, queimado vivo em churrasqueira, reúne manifestantes em Petrópolis (RJ)

Animal ficou 28 dias internado e morreu na terça; 105ª DP investiga o caso

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A morte do gato Loki, queimado vivo em Petrópolis, mobilizou centenas de manifestantes pedindo justiça.
  • O ato, realizado na Praça da Liberdade, contou com protetores de animais e organizações da causa animal.
  • Loki ficou internado por 28 dias após ser atraído e queimado em uma churrasqueira improvisada.
  • A 105ª Delegacia de Polícia de Petrópolis investiga o caso, que ganhou repercussão nas redes sociais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Animal tinha tutora mas, por ser dócil, foi atraído com comida Reprodução redes sociais

Manifestantes se reuniram neste sábado (25), na Praça da Liberdade, em Petrópolis (RJ) para protestar contra a morte do gato Loki. O animal foi morto de maneira cruel ao ser colocado vivo numa churrasqueira.

O caso provocou uma forte mobilização popular e centenas de pessoas participaram da passeata #JustiçaPeloLoki para cobrar a identificação e a punição dos responsáveis pelo crime.


Loki morreu na última terça-feira (22), após permanecer internado por 28 dias em estado grave. Segundo o relato da tutora, o gato teria sido atraído com comida por um grupo de pessoas e colocado dentro de uma churrasqueira improvisada, sofrendo queimaduras severas em diversas partes do corpo.

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Mesmo gravemente ferido, ele conseguiu retornar para casa, onde foi socorrido e encaminhado imediatamente para atendimento veterinário. Apesar dos esforços da equipe médica, Loki não resistiu às complicações causadas pelas queimaduras.


O ato teve concentração na Praça da Liberdade e reuniu protetores de animais, organizações da causa animal, moradores e famílias, que caminharam com cartazes e faixas pedindo justiça. Durante a manifestação, os participantes também defenderam o fortalecimento das políticas públicas de proteção aos animais e a aplicação rigorosa da legislação contra crimes de maus-tratos.

O caso está sendo investigado pela 105ª Delegacia de Polícia de Petrópolis, que trabalha para esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os autores.


A repercussão da morte de Loki ganhou força nas redes sociais e transformou o animal em símbolo da luta contra os maus-tratos, mobilizando manifestações de solidariedade e pedidos por justiça em todo o país.

Os organizadores da passeata afirmam que a mobilização busca não apenas justiça para Loki, mas também conscientizar a população sobre a importância da denúncia de crimes contra animais e da punição exemplar dos responsáveis por atos de violência dessa natureza.

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