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PF mira quadrilha suspeita de importar e vender anabolizantes em esquema clandestino

Produtos sem controle sanitário ou prescrição médica eram repassados ao público, segundo investigações da Polícia Federal

Cidades|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal realizou uma operação contra um grupo suspeito de importar e vender anabolizantes clandestinos.
  • Os produtos eram comercializados sem controle sanitário ou prescrição médica, com origem na Ásia, Europa e América do Sul.
  • Foram cumpridos nove mandados de prisão e busca em cidades de SP, RR e RJ, e a Justiça bloqueou contas e bens dos investigados.
  • Os suspeitos podem responder por organização criminosa, contrabando, comércio ilegal de medicamentos, falsidade ideológica e uso de documentos falsos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Quadrilha teria importado ilicitamente matéria-prima e produzido itens em laboratórios ilegais PF/Reprodução – 29.07.2026

A PF (Polícia Federal) efetuou, nesta quarta-feira (29), a Operação Lavoslav, para cumprir mandados de prisão e busca em endereços ligados a suspeitos de contrabandear, manipular e distribuir clandestinamente anabolizantes com origem na Ásia, na Europa e em outros países da América do Sul.

Os produtos eram vendidos sem controle sanitário ou prescrição médica, segundo as investigações. A suspeita é de que a organização criminosa importava ilegalmente matéria-prima para produzir os anabolizantes em laboratórios clandestinos e, depois, distribuía os itens ilegais pelos estados brasileiros.


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A PF cumpriu dois mandados de prisão preventiva, bem como sete de busca e apreensão, nas cidades de Cosmópolis (SP), São Paulo, Boa Vista e Rio de Janeiro.

A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias, a indisponibilidade de veículos e imóveis, além da quebra dos sigilos fiscal e telemático dos investigados.


As apurações começaram após a análise de substâncias importadas apreendidas — itens comprados com uso de documentos e endereços falsos. Além disso, o grupo contava com empresas de fachada e contas bancárias em nome de terceiros para operacionalizar um esquema de envio dos produtos por correio e transportadoras.

Os investigados devem responder pelos delitos de organização criminosa; contrabando, importação e comércio de medicamentos sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária); falsidade ideológica; e uso de documento falso.

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