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Paraná cria banco para armazenar DNA de presos

Material será colhido de condenados por crimes hediondos e dolosos

Cidades|Do R7

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O governo do Paraná definiu a implantação de um banco de perfis genéticos de presos condenados no Estado. Todos os considerados culpados por crimes hediondos e crimes dolosos violentos contra a pessoa serão identificados com material genético para compor o sistema. A medida tem o objetivo de identificar, podendo inocentar ou incriminar, suspeitos de crime de estupro ou pedofilia, por exemplo.

O projeto deve custar R$ 1,5 milhão. Cerca de 3.500 detentos do Estado se enquadram no perfil dos que devem ter o DNA colhido. A Secretaria de Segurança Pública e outros órgãos do governo participam das definições dos esquemas laboratoriais.


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O Paraná já mantém um banco de dados de vestígios, com cerca de 900 amostras retiradas de locais de crime. Esse banco já permitiu a solução de um crime de estupro que havia sido cometido nove anos antes, a partir da análise de material genético em uma escova de dentes de um indivíduo preso, suspeito de cometer mais de 20 estupros em Curitiba e região.

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