Perto da COP30, polícia usa búfalos para patrulhar ilha de Marajó; veja
Enquanto líderes mundiais discutem clima em Belém, patrulhas montadas em búfalos chamam atenção e reforçam a cultura local
Cidades|Do R7
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Durante a COP30 em Belém, um fato curioso chamou atenção além das discussões climáticas: o uso de búfalos pela polícia na ilha de Marajó. Enquanto autoridades globais se reúnem na capital do Pará para debater mudanças climáticas, os policiais do município de Soure destacaram-se por patrulharem montados nesses animais.
A história dos búfalos no Brasil remonta ao século 19. De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Búfalos, eles chegaram à ilha com fugitivos da Guiana Francesa e posteriormente foram trazidos também da Itália. Hoje, o Brasil possui o maior rebanho desses animais no ocidente.

Os búfalos são parte integrante da cultura e economia locais em Marajó. A Polícia Militar utiliza esses animais tanto no policiamento urbano quanto nas áreas turísticas e rurais do município. Eles atuam como “tanques de guerra”, facilitando o deslocamento das tropas em terrenos difíceis.
Além disso, os produtos derivados dos búfalos — carne e leite — são fundamentais na culinária regional. O couro é amplamente usado na confecção de roupas e acessórios tradicionais. Assim, os búfalos não apenas contribuem para a segurança pública mas também impulsionam a economia e turismo locais durante eventos internacionais como a COP30.
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