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PF e CGU cumprem 33 mandados em operação contra corrupção em município na Bahia

Ação faz parte da Operação Pacto Infame, que teve início em outubro de 2024 e investiga fraudes em licitações

Cidades|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal e a CGU deflagraram a Operação Severus, parte da Operação Pacto Infame, investigando fraudes em licitações em Gongogi, Bahia.
  • 33 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em diversos municípios baianos, incluindo Gongogi, Itabuna e Ilhéus.
  • O esquema envolve agentes públicos e particulares, utilizando documentos falsos para desviar recursos e lavar dinheiro.
  • Medidas cautelares foram autorizadas, incluindo apreensão de valores, joias e veículos, além do bloqueio de bens até R$ 2 milhões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Esquema usaria empresas de fachada para pagar por serviços não realizados em Gongogi (BA) PF/Reprodução – Arquivo

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação Severus, segunda fase da Operação Pacto Infame, que investiga um possível esquema criminoso envolvendo contratações públicas com recursos federais no município de Gongogi, na Bahia.

A ação, feita em conjunto com a CGU (Controladoria-Geral da União), cumpre 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), nos municípios baianos de Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis.


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De acordo com a Polícia Federal, as apurações apontam para um esquema envolvendo a Administração Municipal, com participação de agentes públicos e de particulares, voltado à prática de fraudes em procedimentos licitatórios, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo a investigação, os envolvidos estariam utilizando documentos falsos e simulando procedimentos administrativos para pagar por serviços não realizados. Esses valores seriam movimentados por meio de intermediários — pessoas e empresas — parte do esquema.


Nesta quinta-feira, uma decisão judicial autorizou a apreensão de valores em espécie, joias e veículos relacionados aos investigados. Foram determinadas, ainda, medidas cautelares patrimoniais, como o bloqueio e a indisponibilidade de valores, veículos, imóveis e outros bens até o limite de R$ 2 milhões.

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