PF encontra maços de notas de R$ 200 durante operação contra fraudes no INSS
Dinheiro estava guardado dentro de mala e foi achado por policiais que cumpriram mandados de busca e apreensão em Pernambuco
Cidades|Natália Martins, da RECORD, Bruna Pauxis e Gabriela Coelho, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Policiais federais que participaram da nova fase da Operação Sem Desconto, nesta quarta-feira (27), encontraram maços de dinheiro vivo ao cumprirem mandados de busca e apreensão em Pernambuco. Os agentes apreenderam as notas de R$ 200, que estavam escondidas em uma mala.
Com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal), a Polícia Federal cumpriu 31 mandados de busca e apreensão e cumpriu oito ordens judiciais para colocar tornozeleira eletrônica em pessoas investigadas por fraudes e descontos associativos indevidos em benefícios pagos a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A ação foi realizada em conjunto com a CGU (Controladoria-Geral da União). Os policiais e auditores cumpriram as determinações em quatro unidades da Federação:
- Distrito Federal;
- Pernambuco;
- São Paulo;
- Paraíba.
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O objetivo da nova fase, segundo a corporação, é colher provas e aprofundar as investigações sobre o grupo responsável pelo esquema.
Os investigados devem responder por formação de organização criminosa, estelionato previdenciário, além de atos de ocultação e lavagem de dinheiro.
O R7 apurou que, na capital, são alvos dos mandados a Unibap (União Brasileira de Aposentados da Previdência) e Abenprev (Associação de Benefícios e Previdência).
Em São Paulo, policiais investigam a Amar Brasil Clube de Benefícios, Master Prev, Aasap (Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionistas) e Andapp (Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Aposentados e Pensionistas).
Felipe Macedo Gomes, ex-presidente da Associação Amar Brasil Clube de Benefícios, e Igor Dias Delecrode, ex-presidente da Aasap, também foram alvos da operação.
Em Pernambuco, as ações miram ex-servidores do INSS na cidade de Garanhuns, entre eles Everaldo Felício de Macedo, suspeito de receber pagamentos do empresário Antônio Camilo Antunes, investigado sob acusação de ser o líder do esquema e conhecido como o Careca do INSS.
O R7 tenta contato com as empresas e as pessoas citadas. O espaço segue aberto para manifestação.
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