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Polícia de SC conclui investigações sobre onda de ataques no Estado com 82 suspeitos presos

Outras 150 pessoas foram presas por outros crimes ou em cumprimento de mandado

Cidades|Do R7

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Na segunda onda de ataques, a circulação de ônibus ficou comprometida em Florianópolis e cidades vizinhas
Na segunda onda de ataques, a circulação de ônibus ficou comprometida em Florianópolis e cidades vizinhas Cadu Rolim/ESTADÃO CONTEÚDO
Inquérito entregue ao Ministério Público tem mais de 4.000 páginas, divididas em 13 volumes
Inquérito entregue ao Ministério Público tem mais de 4.000 páginas, divididas em 13 volumes

A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu nesta sexta-feira (12) as investigações sobre as duas ondas de ataques criminosos que aconteceram no Estado em novembro do ano passado e no fim de janeiro deste ano. Para conter a violência, o governo precisou transferir para presídios federais suspeitos de ordenar as ações de dentro das cadeias e também contou com ajuda da Força Nacional de Segurança. Ao todo, 97 pessoas foram indiciadas.

Os indiciamentos têm relação com diversos crimes, como o tráfico de drogas, mas também aponta o envolvimento dos suspeitos em ataques contra bases policiais e ônibus. Entre os envolvidos, 82 estão presos e outros 15 foragidos. Outras 150 pessoas foram presas durante as investigações por cumprimento de mandado em aberto ou em flagrante.


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O documento entregue ao Ministério Público tem mais de 4.000 páginas, divididas em 13 volumes. Os investigadores trabalharam, principalmente, na obtenção de provas e indícios que incriminem os suspeitos. O diretor do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), delegado Laurito Akira Sato, agradeceu a participação de outros órgãos no trabalho de combate à violência no Estado.

— O crime organizado somente pode ser desarticulado com um trabalho de inteligência e realizado de forma integrada, tanto pela Polícia Civil, como por outras instituições da segurança pública, seja pelo poder judiciário ou Ministério Público. 

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