Polícia investiga queda de helicóptero que matou ex-jogador Fernandão em Goiás
Acidente aconteceu no sábado em uma praia de Aruanã; outras 4 pessoas também morreram
Cidades|Do R7, com Balanço Geral

A polícia e a aeronáutica começaram a investigar as causas da queda do helicóptero que matou o ex-jogador Fernandão e outras quatro pessoas em Goiás. O acidente aconteceu na último sábado (7), em Aruanã, no interior do Estado. O ex-atacante tinha 36 anos e é um dos maiores ídolos da história do Internacional, clube no qual jogou por quase cinco anos e conquistou dois Campeonatos Gaúchos, uma Libertadores e um Mundial.
Técnicos de Brasília começaram a investigação no fim de semana, no local do acidente. Na quarta-feira (11), devem ir à oficina que fazia manutenção do helicóptero, em Goiânia, como explica o gerente de segurança operacional Carlos Alberto Oliveira.
— A última vez que ela [helicóptero] esteve conosco foi em fevereiro de 2014 e fizemos todo o procedimento previsto pelo manual do fabricante.
O helicóptero era um modelo Esquilo, fabricado em Minas Gerais. Segundo o major Carlos Alberto Cardoso, do Corpo de Bombeiros, a aeronave é muito segura.
— As próprias polícias militares e corpos de bombeiros do Brasil possuem esse tipo de aeronave. É uma das aeronaves mais vendidas do mundo.
A aeronave caiu na madrugada do último sábado (7) em uma praia do rio Araguaia, em Aruanã, a 300 km de Goiânia. Todos os ocupantes morreram. Entre eles, Fernando Lúcio da Costa, o Fernandão. Ele foi o único encontrado com vida pelos bombeiros, mas morreu no hospital. O ex-atacante foi enterrado no domingo (8).
A investigação sobre a queda do helicóptero pode levar mais de dois anos. As peças devem ser enviadas a Brasília, para São José dos Campos e Franca, no interior de São Paulo, onde o motor é fabricado.
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