Sobe para 16 número de aves mortas por gripe aviária no BioParque do Rio
Parque informou que a área permanecerá interditada por 14 dias como medida preventiva
Rio de Janeiro|Do R7, com Agência Brasil
RESUMO DA NOTÍCIA
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O BioParque do Rio confirmou novos óbitos de animais na área da Savana Africana, entre eles galinhas-d’angola e pavões. Os animais foram contaminados pelo vírus H5N1, causador da gripe aviária. Segundo o Ministério da Agricultura, das 16 galinhas presentes, apenas três permanecem. Já os pavões, um morreu e o outro apresentou sinais clínicos da doença.
Conforme protocolos internacionais de biossegurança, o parque informa que a área permanece interditada por 14 dias como medida preventiva. Segundo a nota, “o caso segue sendo acompanhado por meio de monitoramento contínuo realizado pela equipe técnica, com apoio das autoridades sanitárias competentes”.
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Em junho, o Brasil havia se declarado livre da gripe aviária. O período de vazio sanitário começou em 22 de maio, logo após a conclusão da desinfecção da granja localizada em Montenegro (RS), onde foi registrado, em 16 de maio, o primeiro e único foco da gripe aviária em uma unidade comercial no Brasil.
O BioParque informou ainda que as demais áreas permanecem abertas ao público, com todas as medidas de segurança adotadas.
As visitações haviam sido temporariamente suspensas para avaliação de risco. A equipe técnica do local, composta por médicos-veterinários, biólogos e zootecnistas, realiza monitoramento contínuo dos animais para identificação precoce de sinais clínicos da doença.
Casos de transmissão do vírus H5N1 para humanos são raros. Porém, se nesse período de monitoramento uma dessas pessoas apresentar algum sintoma respiratório, será aberto um protocolo de caso suspeito humano, e a pessoa orientada a ficar em isolamento em sua própria residência.
Em nota, o Ministério da Agricultura confirmou a detecção do vírus e informou que entre as medidas tomadas estão a realocação preventiva de animais de outros recintos, alterações estruturais de biosseguridade para evitar o contato entre aves residentes e aves silvestres de vida livre, além do reforço dos protocolos de biossegurança para as equipes de manejo, incluindo o uso de equipamentos de proteção individual.
“O recinto, que é compartilhado com outras espécies, abrigava 16 galinhas-d’angola. A maioria dos animais morreu em decorrência da doença, restando apenas três. Um pavão também veio a óbito e outro apresentou sinais clínicos. Com a confirmação da gripe aviária, os animais foram eliminados como medida sanitária para conter a disseminação do vírus”, informou.
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