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2ª edição de festival sobre negócios sustentáveis em Manaus debate soluções para desenvolver a Amazônia 

Mais de 570 pessoas se reuniram na capital amazonense para o FIINSA (Festival de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia).

Economia|Do R7

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Participantes do FIINSA durante painel do evento em Manaus
Participantes do FIINSA durante painel do evento em Manaus Rodrigo Duarte

Dentre os participantes estavam 134 painelistas, entre empreendedores, investidores, organizações da sociedade civil, lideranças indígenas e outros atores que atuam para o desenvolvimento de uma economia mais sustentável para a região, que valoriza a floresta em pé e gera renda para as populações.

O evento, realizado pelo Idesam e pelo Impact Hub Manaus, trouxe - em dois dias de programação - 29 painéis, quatro oficinas e uma sessão de pitch, onde negócios selecionados pela AMAZ aceleradora de impacto foram apresentados a investidores. O público deste ano mais que dobrou em relação à primeira edição do Festival, realizada em 2018.


Um dos objetivos do evento foi promover o debate sobre soluções para a Amazônia na própria região. Muitos eventos deste tipo acontecem no sudeste do país e o FIINSA mudou o eixo de localização e proporcionou conexões com a diversidade amazônica e suas particularidades. 58% do público participante veio de Manaus, seguido por cerca de 13% de São Paulo. Havia ainda pessoas de Belém, Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Florianópolis e Piracicaba.

Mais de 570 pessoas se reuniram na capital amazonense para a segunda edição do festival
Mais de 570 pessoas se reuniram na capital amazonense para a segunda edição do festival

“Os resultados do 2º FIINSA são a consolidação de recomendações estratégicas para fortalecer o ecossistema de negócios de impacto na região amazônica”, analisa Mariano Cenamo, diretor de novos negócios do Idesam e CEO da AMAZ aceleradora de impacto.


Juliana Teles, do Impact Hub Manaus, avalia que o FIINSA foi também um espaço para que pessoas que atuam no desenvolvimento desses negócios se encontrassem e se reencontrassem, já que foi o primeiro grande evento pós-pandemia.

“O FIINSA já se consolida como o maior ponto de encontro de empreendedores e investidores, organizações de suporte como incubadoras, aceleradoras, universidades, ONGs e até mesmo órgãos de governo e organizações de fomento para discutir os desafios e as oportunidades para o fortalecimento do ecossistema de negócios da região. O papel do Festival é justamente esse, de traçar os caminhos, o mapa para a consolidação desse cenário”, avalia Juliana.

A próxima edição do FIINSA, prevista para 2024, deverá ter o mesmo espírito: conectar toda essa diversidade de atores que pensam, fomentam e agem para colocar em marcha um desenvolvimento mais sustentável para a Amazônia.

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