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Acenos brasileiros e americanos não são em vão, afirma economista

Próximo de um possível encontro entre Lula e Trump, governo brasileiro mostra intenção em comprar 11 helicópteros americanos

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A FAB anunciou a intenção de comprar 11 helicópteros militares dos EUA, estimados em R$ 1,2 bilhão.
  • O anúncio coincide com um possível encontro entre os presidentes Lula e Trump no próximo domingo.
  • O economista Miguel Daoud acredita que essa movimentação é uma estratégia para fortalecer as relações entre Brasil e EUA.
  • Além da compra, o Brasil também planeja modernizar as aeronaves já existentes, essenciais em operações militares.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A FAB (Força Aérea Brasileira) anunciou a intenção de comprar 11 helicópteros militares dos Estados Unidos. O anúncio acontece antes de um possível encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump no próximo domingo (26). Com um valor estimado em cerca de R$ 1,2 bilhão, as negociações são restritas a países considerados parceiros estratégicos e costumam ocorrer com valores menores aos praticados no mercado internacional.

Para o economista Miguel Daoud, a movimentação brasileira foi acertada e compõe uma estratégia do governo de demonstrar que, apesar das tarifas americanas, o Brasil possui uma boa vontade em manter a relação com Washington. Daoud ainda explica que a negociação não para na compra, mas também na reformulação e modernização das aeronaves que o país já tem e que são essenciais em diversas operações, como ações das tropas do exército, principalmente na região amazônica.


Possível encontro entre Lula e Trump deve gerar anúncios, mas exigências de ambos os lados, afirma economista Reprodução/ RECORD NEWS

“O Brasil, sem dúvida nenhuma, acerta. O governo brasileiro, a diplomacia brasileira, na minha opinião, é uma das melhores diplomacias do planeta. Ela sabe fazer, ela sabe se relacionar e isso tudo nos dá confiança de que essa relação pode voltar a ser normal com os Estados Unidos, que já é um parceiro de quase dois séculos”, pontua.

Apesar de parecer um aceno isolado, Daoud acredita que a ação faz parte de algo maior que pode ser anunciado após o encontro dos dois líderes. Para ele, além das exigências do governo brasileiro, Trump deve pressionar Lula para assuntos importantes para os Estados Unidos, como a situação na Venezuela e a possível criação de uma moeda para negociação entre países do Brics.


“Não é à toa que Donald Trump amenizou e Lula disse que não foi uma química, foi uma petroquímica, e tudo isso leva a crer que não vai ser em vão”, finaliza em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (22).

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