Ações de estatais despencam na Bovespa após reeleição de Dilma
Às 12h35, as preferenciais e ordinárias da Petrobras despencavam mais de 11% cada
Economia|Por Paula Arend Laier

As ações das empresas estatais recuavam fortemente na Bovespa na manhã desta segunda-feira (27), com agentes financeiros reagindo à reeleição da presidente Dilma Rousseff no domingo, por uma margem apertada.
Uma das principais insatisfações de operadores e analistas em relação às diretrizes econômicas do governo federal vinha do que consideram como intervenção excessiva nas estatais, que eles veem persistindo com a continuidade de Dilma no Palácio do Planalto.
Às 10h32, as preferenciais e ordinárias da Petrobras despencavam mais de 12% cada. Por volta das 12h35, as ações da petroleira melhoraram um pouco e registraram queda de mais de 11% cada uma. Banco do Brasil caía 7,53%. As da Eletrobras tinham queda de mais de 12%.
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"Se Dilma optar por um caminho diferente, pode conseguir acalmar o mercado. Caso insista em nomes que não são bem-aceitos pelo mercado, teremos mais quatro anos extremamente ruins na economia. No primeiro momento, o mercado não irá dar o benefício da dúvida a ela", disse o gestor de um fundo no Rio de Janeiro, pedindo para não ser identificado.
No caso de Petrobras, o UBS colocou a recomendação de "compra" e o preço-alvo de R$ 20 em revisão, citando incertezas relacionadas aos preços do petróleo e à taxa de câmbio, bem como ao cenário político.
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