‘Aconselho quem está inadimplente a aderir ao Desenrola’, explica economista
Novo programa de renegociações de dívidas do governo federal foi lançado nesta segunda-feira (4)
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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O novo Desenrola Brasil, programa de renegociações de dívidas do governo federal lançado nesta segunda-feira (4), tem como público-alvo as pessoas que ganham até cinco salários mínimos, ou seja, R$ 8.105. Serão renegociadas as dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026 e que estejam atrasadas entre 90 dias e dois anos.
São dívidas com cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. O programa também prevê a liberação de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para que os trabalhadores possam quitar as dívidas. Pelas regras, vai ser possível usar até 20% do saldo disponível do fundo ou até R$ 1.000 para pagar os débitos.
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O economista Fernando Agra aponta que participarão do novo programa apenas brasileiros inadimplentes, que são as pessoas que têm uma dívida em aberto e ainda não pagaram, mesmo após a data de vencimento. “Aconselho, sim, quem está inadimplente a contratar, a aderir ao Desenrola. Porque são taxas de juros mais baixas do que as usuais”, explica.
Segundo ele, utilizar o FGTS também pode ser uma alternativa, já que a rentabilidade é de 3% ao ano, e acaba sendo mais vantajoso.
“Adquiram, quitem e mudem os hábitos de consumo daqui para frente para poder não se enrolar novamente e a gente não ter necessidade de um novo Desenrola no futuro. É preciso usar o dinheiro com cautela e buscar orientações de educação financeira”, diz Agra em entrevista ao Conexão Record News.
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