Acordo de exportação de carne bovina entre China e EUA não ameaça agropecuária brasileira
‘Manteremos as exportações para lá’, assegurou economista, que deu destaque ao bom momento pelo qual o setor passa
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
A redução de tarifas entre China e Estados Unidos passa a ser negociada uma semana após a visita de Donald Trump a Pequim. O Ministério do Comércio informou que o país asiático vai comprar 200 aeronaves norte-americanas e restabelecer os registros de alguns exportadores de carne bovina que tinham expirado no ano passado.
A medida gerou preocupação no setor agropecuário brasileiro, que é o principal exportador da mercadoria à China. Apesar disso, o economista Rodrigo Simões assegurou que o retorno das conversas não é uma ameaça à competitividade nacional: “Manteremos as exportações para lá, manteremos o acordo. [...] Quebrar o acordo, isso não está em pauta”.
O especialista enxerga que o setor se encontra em um bom momento e que a assinatura do acordo Mercosul/UE fortalece a economia com a introdução de novos parceiros comerciais. “A gente tem boas perspectivas de até mesmo aumentar nossa produção e exportação, trazer benefícios para a economia brasileira e gerar até mesmo mais renda e emprego para cá”, concluiu no Conexão Record News desta quarta-feira (20).
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