Acordo Mercosul-UE vai ‘baratear custos de produtos europeus’ para o Brasil, afirma economista
Relação de complementariedade entre o país e o bloco europeu faz com que o acordo seja positivo, segundo Miguel Daoud
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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A assinatura do tratado Mercosul-União Europeia pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (28) faz com que o acordo passe a valer oficialmente no território brasileiro a partir desta sexta-feira (1º). Segundo estimativas da CNI (Confederação Nacional da Indústria), mais de 80% dos produtos vendidos pelo Brasil ao bloco europeu passariam a ter tarifa zero na fase inicial.
Em entrevista ao Conexão Record News, o economista Miguel Daoud pondera que, “dependendo do produto, você tem uma limitação de alta, uma limitação de baixa, em que ambos os lados podem interromper essas importações de um lado para o outro caso esses parâmetros se alterem”.
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A relação de complementariedade entre o Brasil e o bloco europeu, no entanto, faz com que o acordo seja positivo. “Tem produtos, por exemplo, como frutas e alguns produtos que nós temos aqui, com abundância, com qualidade, com segurança, que nós vamos poder exportar para a Europa com preços mais baratos”, afirma.
Em contrapartida, Daoud ressalta que, diante da falta de competitividade da indústria brasileira, especialmente frente aos produtos industrializados provenientes da Europa, “nós vamos perceber claramente que vai haver, sem dúvida nenhuma, um barateamento de custos de produtos europeus”.
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