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Antiga OGX acerta com OSX suspensão de pagamentos por aluguel de plataforma

O acordo segue outras medidas adotadas em função da queda acentuada do preço do petróleo

Economia|Do R7

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As duas companhias também concordaram em rescindir o contrato de operação e manutenção da plataforma OSX-3
As duas companhias também concordaram em rescindir o contrato de operação e manutenção da plataforma OSX-3

A Óleo e Gás Participações (antiga OGX), em recuperação judicial, firmou acordo com a empresa do setor naval OSX para suspender por seis meses pagamentos referentes ao aluguel (afretamento) da plataforma OSX-3, em operação no campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos.

O acordo, anunciado nesta segunda-feira (16), prevê a suspensão de pagamentos, no prazo informado, "que eventualmente se encontrem em aberto", dos futuros pagamentos previstos e de outras obrigações colaterais previstas nos contratos do afretamento, firmados em setembro de 2014.


As duas companhias também concordaram em rescindir o contrato de operação e manutenção da plataforma OSX-3, como forma de promover a redução e a otimização do custo de extração e produção de petróleo no Campo de Tubarão Martelo.

Para isso, se comprometeram em negociar os termos para a transferência das atividades relacionadas à operação e manutenção da unidade de produção para a Óleo e Gás, bem como uma indenização a ser paga pela Óleo e Gás para a OSX, também em recuperação judicial.


"Tal transferência mostra-se benéfica para ambas as partes, pois, de um lado, captura potenciais sinergias operacionais e financeiras, reduzindo os custos de operação do campo para a OGX e, de outro, reduz e adequa os custos e despesas da OSX e suas controladas às suas receitas", disse a Óleo e Gás

A celebração do acordo, segundo a companhia, está alinhada a outras medidas que vêm sendo adotadas pela administração em função da queda acentuada do preço do petróleo.

A Óleo e Gás informou ao mercado em fevereiro que poderia devolver Tubarão Martelo, devido à redução dos preços da commodity, que a teria obrigado a reavaliar a viabilidade econômica do ativo.

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