Aplicação no Tesouro Direto teve 17.021 novos investidores em novembro
Nos últimos 12 meses, volume de investidores em títulos do governo cresceu 35%
Economia|Juca Guimarães, do R7

Com os juros baixos na caderneta de poupança, um número cada vez maior de investidores optou pelo Tesouro Direto para guardar dinheiro. Em novembro, segundo o balanço divulgado hoje pelo Ministério da Fazenda, foram cadastrados 17.021 novos investidores em títulos do governo.
O número total de investidores cadastrados é 604.302, sendo 220.682 deles com aplicações ativas. Nos últimos 12 meses, o volume de investidores cadastrados subiu 35,1%.
Os títulos mais procurados pelos investidores foram os indexados ao IPCA (Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal) e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)), cuja participação nas vendas atingiu 47,6%. Os títulos prefixados, como o Tesouro Prefixado (LTN) e o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) corresponderam a 22,8% do total e os indexados à taxa Selic, o Tesouro Selic (LFT) formaram uma fatia de 29,6% dos títulos adquiridos.
No mês passado, foram feitas 96.487 operações no Tesouro Direto. Cerca de 70% dos investimentos foram de até R$ 5 mil. O valor médio das operações bateu a marca de R$ 11.106. As vendas de títulos com prazo entre 5 e 10 anos representaram 49,3% e as com prazo entre 1 e 5 anos, 41,4% do total.
O balanço do Tesouro Direto em novembro somou R$ 1 bilhão em títulos vendidos. Os resgates somaram R$ 323,5 milhões. O valor mínimo para investir no Tesouro Direto é de R$ 30. Para investir basta fazer um cadastro em um banco ou corretora credenciada para receber a senha de acesso ao site. Pela internet é possível escolher, vender e comprar os títulos. Saiba mais sobre o Tesouro Direto aqui. A taxa de custódia do título é de 0,3% no Tesouro Direto, no mercado as taxas de administração custam 0,5%.











