Aumento da inflação ‘prejudica muito as camadas de menor poder aquisitivo’, diz economista
Representantes do mercado financeiro aumentaram pela nona vez seguida a estimativa para a inflação em 2026
Economia|Do R7, com RECORD NEWS
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Economistas do mercado financeiro aumentaram pela nona vez seguida a estimativa para a inflação em 2026, que passou de 4,89% para 4,91%. As expectativas fazem parte do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (11) pelo Banco Central, com base na pesquisa feita na última semana com mais de cem instituições financeiras.
Em entrevista ao Conexão Record News, o economista Rodrigo Simões afirma que o aumento se deve ao impasse do fechamento do estreito de Ormuz, por onde passa praticamente 20% de todo o petróleo comercializado no mundo.
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Segundo Simões, de acordo com as circunstâncias do cenário internacional, a inflação brasileira “atingirá a meta de 3%, 3,5% só depois, lá para 2029 ou talvez 2030, porque 2027 está em 4%, 2028 um pouquinho acima ainda da meta de 3%”.
Para ele, é necessário que o governo encontre maneiras, por meio da política monetária, da política fiscal e também de outras políticas de investimento no país, para que o custo de vida seja cada vez menos impactado por esse aumento de preço.
“Inflação é uma corrosão do poder de compra da população e nós podemos verificar que, pelo menos nos últimos 15 anos, o custo de vida no Brasil subiu muito mais rápido do que o aumento da renda. Então, isso prejudica muito a população, principalmente as camadas de menor poder aquisitivo, que sentem diretamente no bolso”, completa.
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