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Bancos suíços intensificam batalha por milionários asiáticos

Economia|Do R7

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Por Joshua Franklin e Lawrence White

ZURIQUE/HONG KONG (Reuters) - O banner gigante do UBS no arranha-céu de Hong Kong One Peking Road, tão grande que gerou reclamações por fazer sombras em painéis solares, é o testemunho do impulso renovado dos bancos suíços para ganhar negócios no florescente ranking de milionários asiáticos.

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Os gestores de fortunas da Suíça vêm há muito cortejando os asiáticos super ricos em meio à desaceleração do crescimento em seus mercados locais e a repressão internacional às suas regras de sigilo bancário que tornaram o país um local menos atrativo para guardar dinheiro.

Mas a competição recentemente sofreu um deslocamento, com o novo chefe do Credit Suisse sinalizando seu desejo de embarcar em um caminho semelhante ao de seu rival UBS, que em 2011 optou por encolher seu banco de investimentos e focar no negócio mais estável de gestão de riquezas, especialmente na Ásia.

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"Todos querem estar na Ásia", disse Andreas Brun, analista do Zuercher Kantonalbank. "Não é uma coisa repentina, mas eles começaram a falar disso como estratégia principal de repente."

As atrações são óbvias, com a recente desaceleração ainda deixando muitas economias asiáticas superando largamente suas contrapartes ocidentais. O Boston Consulting Group prevê que as riquezas privadas da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, irão crescer a uma taxa de 9,7 por cento ao ano até 2019, mais que o dobro da taxa da Europa Ocidental.

De acordo com o último relatório de riqueza da Ásia-Pacífico publicado em outubro por Capgemini e pela RBC Wealth Management, a população regional de indivíduos de alta renda -- definidos como aqueles com ativos investidos de 1 milhão de dólares ou mais, excluindo residência primária, bens colecionáveis, bens de consumo e bens de consumo duráveis -- cresceu 17 por cento para 4,3 milhões em 2013, enquanto suas fortunas cresceram 18 por cento a 14,2 trilhões de dólares.

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