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Bandeiras tarifárias podem ser reajustadas e deixar a conta de luz ainda mais cara

Cobrança adicional aos consumidores deve passar de R$ 3 para R$ 5,50 por cada 100 kWh

Economia|Do R7

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Diretor da Aneel estima que arrecadação das bandeiras poderá chegar a R$ 17,8 bi no ano, ante R$ 10,6 bi previstos anteriormente
Diretor da Aneel estima que arrecadação das bandeiras poderá chegar a R$ 17,8 bi no ano, ante R$ 10,6 bi previstos anteriormente

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) apresentou nesta sexta-feira (6) proposta de revisão do sistema de bandeiras tarifárias que aumenta o repasse adicional às tarifas que pode ser feito mensalmente aos consumidores.

Para a bandeira vermelha, por exemplo, que indica maior elevação dos custos de geração, a cobrança adicional aos consumidores deve passar dos atuais R$ 3 por cada 100 quilowatt-hora (kWh) para R$ 5,50.


No caso da bandeira amarela, a cobrança proposta passa de R$ 1,50 a cada 100 kWh para R$ 2,50.

O diretor da Aneel Tiago Correia, relator da proposta de revisão, estima que a arrecadação das bandeiras poderá cobrir despesas de R$ 17,8 bilhões no ano, ante R$ 10,6 bilhões previstos anteriormente.


A revisão proposta pela Aneel amplia os gastos com geração de energia a serem cobertos pelas bandeiras, incluindo, por exemplo, o risco hidrológico e a exposição involuntária ao mercado de curto prazo.

A revisão das bandeiras tarifárias ficará em audiência pública de 9 a 20 de fevereiro. A ideia é que as novas bandeiras, que passarão a ser nacionais, e não mais divididas por regiões, entrem em vigor já em março.

A Aneel solicitou ainda que as distribuidoras façam campanhas de comunicação para esclarecer para os consumidores as regras e a cobrança das bandeiras.

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