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BC do Japão quer manter atual política monetária e enfrenta dúvidas crescentes

Economia|Do R7

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Por Stanley White

TÓQUIO (Reuters) - Os membros do banco central do Japão disseram que devem manter a atual estrutura de política monetária e que têm motivos para serem otimistas em relação aos preços ao consumidor porque as expectativas de inflação pararam de cair, mostrou nesta terça-feira a ata do encontro de 19 e 20 de julho.

O Banco do Japão manteve a política monetária na reunião de julho mas adiou o momento em que seria alcançada sua meta de inflação pela sexta vez desde que o presidente da autoridade monetária, Haruhiko Kuroda, lançou o programa de afrouxamento quantitativo em 2013.

O otimismo das autoridades sobre alcançar a meta de inflação não deve aliviar a preocupação de que o banco central precisa mudar sua postura de política monetária porque até agora ele falhou em impulsionar os preços.

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"A maioria dos membros compartilhou da visão de que, embora os acontecimentos recentes no índice de preços ao consumidor tenham sido relativamente fracos, a taxa de mudança na comparação anual deve continuar em uma tendência de alta e aumentar na direção de 2 por cento, principalmente diante da melhora no déficit de produção e na alta das expectativas de inflação de médio e longo prazo", apontou a ata.

Alguns membros argumentaram que a taxa de desemprego e o déficit de produção do Japão precisam melhorar ainda mais para ampliar o ímpeto econômico necessário para alcançar a meta de inflação de 2 por cento, segundo a ata.

Agora o Banco do Japão projeta que o objetivo será alcançado em algum momento no ano fiscal que termina em março de 2020.

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