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BC liquida mais duas corretoras financeiras ligadas ao Master

Decisão foi motivada por ‘graves violações às normas legais’ relacionadas às atividades das instituições

Economia|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Trustee e Banvox, ligadas ao Banco Master, por "graves violações às normas legais".
  • As instituições fazem parte de um conglomerado prudencial do segmento S4, com baixa representatividade no Sistema Financeiro Nacional.
  • Marcelo Quadrado, ex-sócio do Banco Master, foi apontado como sócio oculto, mas negou a alegação.
  • O BC informou que continuará investigando e que os bens dos controladores e ex-administradores estão indisponíveis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Caso Master desencadeou uma onda de liquidações de instituições financeiras pelo BC Dida Sampaio/ Estadão Conteúdo - Arquivo

O BC (Banco Central) decretou a liquidação extrajudicial de mais duas instituições financeiras ligadas ao Banco Master: a Trustee Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. e a Banvox Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. A decisão foi motivada por “graves violações às normas legais” relacionadas às atividades das instituições.

Segundo a autoridade monetária, as empresas integram conglomerado prudencial classificado no segmento S4 da regulação prudencial e têm baixa representatividade no Sistema Financeiro Nacional. O R7 entrou em contato com as corretoras e aguarda resposta.


Marcelo Quadrado, um dos controladores das instituições, foi apontado como sócio oculto do Banco Master, investigado por fraude no Sistema Financeiro. À RECORD, Quadrado negou a alegação e confirmou ter sido sócio do Master entre 2020 e 2024, mas deixou o banco em setembro de 2024.

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O caso do Banco Master desencadeou uma onda de novas liquidações de instituições financeiras no país, o que fez o BC determinar a interrupção de ao menos dez empresas.


Em julho de 2026, as instituições representavam, em conjunto, menos de 0,001% do ativo total ajustado do Sistema Financeiro Nacional e 0,76% do volume de administração de recursos de terceiros.

Em nota, o BC informou que vai continuar tomando as “medidas cabíveis para apurar as responsabilidades, nos termos de suas competências legais”. Com a medida, a partir desta quinta, os bens dos controladores e ex-administradores das empresas ficam indisponíveis.


Dependendo dos resultados da investigação, as instituições poderão ser alvo de sanções administrativas, além de o caso ser encaminhado às autoridades competentes.

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