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Bolsas nos EUA caem pressionadas por Apple, mas bancos sobem

Economia|Do R7

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NOVA YORK (Reuters) - As ações da Apple foram as que mais pressionaram os índices acionários dos Estados Unidos, após reguladores antitruste determinarem que a companhia pague cerca de 14,5 bilhões de dólares em impostos para o governo da Irlanda, mas os ganhos dos bancos limitaram as perdas.

O índice Dow Jones recuou 0,26 por cento, para 18.454 pontos, o S&P 500 teve queda de 0,2 por cento, encerrando a 2.176 pontos, enquanto o Nasdaq Composite caiu 0,18 por cento, a 5.222 pontos.

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O S&P 500 caiu pela quarta vez em cinco sessões, mas ainda estava a 1 por cento de sua máxima recorde, estabelecida mais cedo este mês. Setores cíclicos, que devem ter melhor performance em uma economia em expansão, assumiram a liderança nas últimas semanas, com os dados econômicos pintando um cenário mais otimista para a economia norte-americana.

A confiança dos consumidores norte-americanos subiu para a máxima em 11 meses em agosto, com as famílias mais otimistas sobre o mercado de trabalho. Os dados sobre o mercado de trabalho na sexta-feira podem reforçar as chances de alta das taxas de juros nos EUA, conforme foi insinuado na semana passada por autoridades do Federal Reserve.

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Apostas de recuperação dos rendimentos de títulos de renda fixa deram suporte às ações de bancos. O índice do setor financeiro do S&P 500 acumula alta de 1,8 por cento na semana até agora, ante avanço de 0,3 por cento do S&P.

"A economia está indo bem, o mercado de trabalho ainda está indo bem, há razões para pensar que as taxas (de juros) já tocaram o fundo do poço e isso é bom para o setor financeiro", disse o diretor de investimentos, estratégias de ativos variados e soluções da Voya Investment Management, Paul Zemsky.

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Mas as ações da Apple caíram 0,77 por cento e pesaram sobre os principais índices, após a Comissão Europeia ordenar que a fabricante do iPhone pague à Irlanda até 13 bilhões de euros (14,5 bilhões de dólares) em impostos não pagos. A Comissão Europeia entendeu que a empresa recebeu ajuda do governo ilegalmente.

(Por Rodrigo Campos)

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