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Bovespa cai mais de 1% por apreensão com China e Coreia do Norte

Recuo fez Ibovespa cair ao menor patamar desde o dia 31 de março de 2009

Economia|Do R7

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Giro financeiro do pregão foi de R$ 5,5 bilhões
Giro financeiro do pregão foi de R$ 5,5 bilhões

A Bovespa fechou no vermelho nesta quarta-feira (6), em linha com o exterior, uma vez que a aversão a risco voltou a derrubar as principais bolsas globais, diante de preocupações com a economia da China e após a Coreia do Norte anunciar um teste com bomba de hidrogênio.

O Ibovespa caiu 1,52%, a 41.773 pontos, menor patamar desde 31 de março de 2009, depois de ter recuado 1,96% no pior momento do dia. O giro financeiro do pregão foi de R$ 5,5 bilhões.


Dados fracos da China já haviam derrubado os mercados na segunda-feira. Com o noticiário doméstico reduzido, investidores estão mantendo o foco no exterior.

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O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da China, divulgado na quarta-feira, revelou que a atividade do setor de serviços no país asiático cresceu no menor ritmo em 17 meses em dezembro.

A China também permitiu que o iuan se desvalorizasse mais, levantando preocupações de que a segunda maior economia do mundo poderia estar mais fraca do que imaginado.


As ações de mineração e siderurgia, expostas ao mercado chinês, estiveram entre as maiores baixas da Bovespa. Na Europa, o FTSEurofirst 300 perdeu 1,27%. Nos Estados Unidos, o S&P 500 cedia mais de 1%.

Somou-se ao sentimento de aversão ao risco a notícia de que a Coreia do Norte testou com sucesso uma bomba H, reivindicando avanço significativo em suas capacidades de ataque e acionando um sinal de alerta no Japão e na Coreia do Sul.


"Esse teste acaba trazendo instabilidade para os países e preocupações para o mercado", disse o operador Luiz Roberto Monteiro, da Renascença DTVM.

A divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve, às 17h no horário de Brasília, acabou influenciando pouco os negócios.

O documento mostrou que integrantes do banco central dos Estados Unidos decidiram aumentar os juros no mês passado após quase todos ficarem confiantes de que a inflação deve acelerar, mas alguns expressaram preocupação com a possibilidade de o ritmo de alta dos preços ficar travado em níveis perigosamente baixos.

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