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Bovespa sobe com exterior e Petrobras, mas bancos pressionam

Economia|Do R7

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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice do mercado acionário brasileiro buscava se manter no azul nesta terça-feira, com dados benignos de inflação nos Estados Unidos no radar e as ações da Petrobras entre os principais suportes, enquanto bancos pressionavam negativamente.

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Às 11:25, o Ibovespa subia 0,28 por cento, a 87.146 pontos. O volume financeiro era de 1,78 bilhão de reais.

A inflação ao consumidor dos EUA desacelerou em fevereiro em meio à queda nos preços da gasolina e à moderação no custo dos aluguéis, reforçando apostas de que a esperada aceleração da inflação provavelmente será gradual.

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Em Wall Street, o S&P 500 subia 0,56 por cento.

De acordo com o gestor chefe da Garín Investimentos, Ivan Kraiser, a bolsa brasileira segue beneficiada pelo ambiente externo mais favorável, mas há também fatores locais ajudando, notadamente os juros baixos e melhora da atividade.

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Nesta sessão, dados do IBGE mostraram que as vendas no varejo subiram em janeiro 0,9 por cento em relação ao mês anterior, dado mais forte desde junho de 2017, e acima da expectativa de alta de 0,6 por cento em pesquisa da Reuters..

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DESTAQUES

- PETROBRAS PN e PETROBRAS ON subiam 0,76 e 0,85 por cento, respectivamente, acompanhando o avanço dos preços do petróleo no exterior, em meio a expectativas otimistas para o resultado da petroleira previsto para esta semana e no aguardo de um desfecho sobre a revisão do contrato da chamada cessão onerosa no pré-sal.

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- VALE valorizava-se 0,61 por cento, resistindo a nova queda nos preços do minério de ferro na China e ajudando no viés positivo do Ibovespa.

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- ESTÁCIO ON tinha elevação de 3,37 por cento, em nova sessão positiva, mas ainda registrava perdas no mês. A companhia divulga resultado trimestral nesta semana. No setor, KROTON avançava 1,16 por cento.

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- SUZANO PAPEL E CELULOSE subia 1,85 por cento, recuperando-se de perdas na véspera, conforme segue influenciada pelo noticiário relacionado a uma possível combinação de negócios com a FIBRIA, que recuava 0,92 por cento, após renovar máxima histórica intradia na véspera. O BNDESPar confirmou nesta terça-feira que recebeu uma proposta da holandesa Paper Excellence para aquisição de sua participação na Fibria. Também, analistas do Credit Suisse elevaram os preços-alvos de Fibria e Suzano.

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- JBS ON valorizava-se 2,65 por cento, engatando a terceira sessão de alta. No radar, seguem as especulações acerca de uma eventual venda da participação do BNDES na empresa de alimentos.

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- MRV ON avançava 1,84 por cento, após o conselho de administração aprovar dividendo extraordinário de 155 milhões de reais na semana passada, acompanhando o anúncio do resultado do quarto trimestre, considerado forte por analistas. A equipe do JPMorgan melhorou suas estimativas para a companhia e elevou o preço-alvo dos papéis de 18 para 20 reais.

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- ITAÚ UNIBANCO PN caía 0,47 por cento, após ganhos fortes na véspera, pesando negativamente no Ibovespa em razão da relevante participação que detém no índice. O setor bancário do índice como um todo recuava nesta sessão. BRADESCO PN caía 0,48 por cento.

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