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Calote do consumidor registra a quarta queda mensal consecutiva

Indicador mostra que queda em setembro foi de 2,8%, de acordo com a Serasa

Economia|Do R7

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As dívidas não bancárias e a inadimplência com os bancos foram as principais responsáveis pela queda do indicador
As dívidas não bancárias e a inadimplência com os bancos foram as principais responsáveis pela queda do indicador

O calote do consumidor teve a quarta queda mensal consecutiva e caiu 2,8% em setembro deste ano na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10) pela Serasa.

Na relação anual — setembro deste ano contra o mesmo mês do ano passado — o indicador também registrou declínio de 10,8%. No acumulado de janeiro a setembro de 2013, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o índice perdeu o fôlego e apresentou alta de 0,7%. Nos primeiros oito meses do ano, o indicador havia registrado crescimento de 2,2%.

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De acordo com os economistas da Serasa, a manutenção das baixas taxas de desemprego, o recuo da inflação após as fortes altas verificadas durante o primeiro semestre e a atitude mais cautelosa dos consumidores perante a contratação de novas operações de crédito têm contribuído para queda sistemática da inadimplência ao longo destes últimos meses.

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As dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) e a inadimplência com os bancos foram as principais responsáveis pela queda do indicador, com variações negativas de 2,6% e 2,9% e contribuições negativas de 1,1 p.p. e 1,3 p.p., respectivamente.

Os títulos protestados também caíram 20% e registraram uma leve contribuição negativa de 0,3 p.p. Os cheques sem fundos apresentaram variação e contribuição nulas no índice de setembro de 2013.

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Valor

O valor médio dos títulos protestados apresentou queda de 5,2% de janeiro a setembro de 2013, na comparação com o mesmo período do ano anterior. As dívidas não bancárias também caíram 4,6%. Já os cheques sem fundos e as dívidas com os bancos registraram alta de 9,2% e 2,4%, respectivamente.

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